sexta-feira, 28 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Chile: organizações entregam carta a Kast rejeitando indultos a condenados da ditadura NYT: ‘EUA fracassam em dobrar Irã’ após seis meses de conflito Irã prepara lista com exigências para reabertura do Estreito de Ormuz ‘Conselho de Paz’ de Trump alerta: descumprimento pode levar a nova guerra em Gaza Em quarto dia de greve, médicos do Paraguai exigem melhores condições de trabalho China suspende operações de resgate no Tibete frente ao risco de nova avalanche O assassinato de Emmett Till: a face brutal do racismo nos EUA Reino Unido mantém contratos bilionários com empresas ligadas a assentamentos israelenses ilegais Presidente do Fed admite que EUA enfrentam inflação ‘preocupante’ RioFilme negocia acordo de coprodução cinematográfica entre Brasil e Rússia Chile: organizações entregam carta a Kast rejeitando indultos a condenados da ditadura NYT: ‘EUA fracassam em dobrar Irã’ após seis meses de conflito Irã prepara lista com exigências para reabertura do Estreito de Ormuz ‘Conselho de Paz’ de Trump alerta: descumprimento pode levar a nova guerra em Gaza Em quarto dia de greve, médicos do Paraguai exigem melhores condições de trabalho China suspende operações de resgate no Tibete frente ao risco de nova avalanche O assassinato de Emmett Till: a face brutal do racismo nos EUA Reino Unido mantém contratos bilionários com empresas ligadas a assentamentos israelenses ilegais Presidente do Fed admite que EUA enfrentam inflação ‘preocupante’ RioFilme negocia acordo de coprodução cinematográfica entre Brasil e Rússia
Entretenimento

Crítica | ‘E Se?’ explora a intrusiva mente humana e desponta como um dos destaques teatrais do ano

CinePOP ·
Crítica | ‘E Se?’ explora a intrusiva mente humana e desponta como um dos destaques teatrais do ano

E se todos os nossos pensamentos intrusivos e ansiedades irracionais fossem condensados em uma das melhores peças do ano?

É isso que o espetáculo, cujo título é emprestado à pergunta do parágrafo anterior e entrando em sua última semana de apresentações no Instituto Brasileiro de Teatro , se propõe a oferecer ao público. Ao longo de uma hora e meia de puro frenesi cênico, o elenco formado por oito talentosíssimos atores nos convida a uma jornada por todas aquelas controversas e complexas perguntas das quais fugimos – e que, eventualmente, seremos forçados a enfrentar. Estendendo-se nos moldes de um programa de esquetes e nos apresentando a diversas situações que borram as linhas entre a comédia e o drama e, por muitas vezes, tateias pelas “áreas cinzentas” da própria moral, a peça reúne os melhores elementos do que queremos ver nos palcos e os rearranja a seu bel-prazer de modo a nos envolver sem muitas dificuldades – e apoiando-se no talento insuperável de seu corpo criativo.

A peça é dirigida por Vitor Julian , a partir da dramaturgia que ele mesmo assinou ao lado de seus colegas da Cia. Tectônica , e logo de cara percebemos uma vibrante originalidade artística que não engessa o público como mero espectador, mas o convida, de maneira ativa, a participar das retóricas perguntas e das infames situações que navegam pela tênue linha entre o particular e o individual. Não é surpresa que a narrativa tenha início de fato com duas perguntas: “ e se eu me jogasse nos trilhos do metrô?” e “ e se eu estivesse carregando uma bomba?”.

As inusitadas situações, que não são empiricamente palpáveis e reais, pertencem a um grupo de sinapses que conhecemos como pensamentos intrusivos – ou seja, reflexões impetuosas de coisas que não aconteceram ou não estão acontecendo e que, em questão de segundos, nos envolvem em uma espiral de dúvidas que se ramificam até se transformarem em uma bola de neve de ansiedades e palpitações. Não é surpresa que essas breves duas perguntas se transformem no mote principal da narrativa, que se aventura desde a um relacionamento prestes a falir – e com menções a Marina Abramović e a Ulay em sua infame despedida na Muralha da China; à busca inescapável de encontrar alguma linha condutora na caótica psique humana; à necessidade de se impor quando preciso; e a uma constatação um tanto quanto melancólica de que a única certeza do tempo é sua brutal inexorabilidade e efemeridade.

São vários os elementos que ganham destaque no espetáculo – e que vão para além de uma honestidade narrativa pungente e sem pudor que consegue manejar a dose certa de risos e de momentos mais solenes ou derradeiros.

Ler a notícia completa no CinePOP ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cinepop.com.br — o conteúdo pertence a CinePOP.

Mais de CinePOP

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›