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Grupo Ofá revela bastidores de colaboração com Anitta: 'Primeira versão que a gente fez da música foi em iorubá'

G1 Bahia ·
Grupo Ofá revela bastidores de colaboração com Anitta: 'Primeira versão que a gente fez da música foi em iorubá'

Grupo Ofá revela bastidores de colaboração com Anitta Quem parou para escutar o "Equilibrium II", álbum visual recém-lançado por Anitta, se deparou com os elementos percussivos que dão o tom aos trabalhos encontrados no atual projeto da artista.

Trata-se dos ritmos afrodiaspóricos da faixa ''Contemplação'', música em colaboração com o Grupo Ofá, originário de Salvador.

O grupo, nascido no Ilé Iyá Omi Àse Iyamasé, conhecido como Terreiro do Gantois, tem como base o bairro da Federação.

Sua formação atual conta com o diretor musical Iuri Passos, a cantora Luciana Baraúna e o membro fundador Asogbá Yomar Passos, que nos anos 2000 deu vida ao coletivo ao lado de Gamo da Paz e a Egbomí Delza.

Desde então, os artistas adquiriram prestígio na cena musical, com feitos como uma indicação ao Grammy Latino 2020, na categoria de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa pelo álbum "Obatalá – Uma homenagem à Mãe Carmen".

Foi através desse trabalho, especificamente a faixa "Ara Wa Romi Wa / Oxum La Omiro", que Anitta se apaixonou pelo grupo. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Segundo Iuri Passos, a ponte para o encontro foi Nídia Aranha, diretora artística da cantora carioca.

Ela procurou o grupo por meio de mensagens no Instagram.

"(...) A gente começou a dialogar justamente vindo dessa música.

Ela [Nídia] falava que, devido ao amor de Anitta e a gente estar sempre lá na playlist dela, por gostar dos arranjos das nossas músicas, ela queria muito fazer esse feat com a gente", explicou o diretor musical em entrevista ao g1.

Grupo Ofá Divulgação Para criar o clima idealizado para a parceria, Anitta sugeriu que mantivessem o tom já presente no último álbum da banda, lançado em 2024.

"Vamos mergulhar nessa energia ainda do 'Iyá Agbá Siré", decidiu a artista, conforme relato do grupo.

O divino entrelaçado à criação Passos conta que a construção necessária para atingir o resultado almejado começou a ser pensada de dentro para fora.

Além do trabalho de pesquisa envolvendo a curadoria de músicas e a tradução do iorubá para o português falado aqui no Brasil, a permissão do divino foi peça-chave, entrando em pauta antes mesmo da finalização da música.

"Saber se, de fato, ela [a música] é permitida para poder ser gravada naquele momento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.

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