Federação da Nova Zelândia retira apoio a Infantino
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O ítalo-suíço, de 55 anos, passou a ser alvo de críticas após a carta aberta assinada na semana passada por três confederações —a da Europa, a da América do Norte, América Central e Caribe e a da Ásia—, que acusaram o principal dirigente do futebol mundial de romper a confiança "por meio de artimanhas".
Acredita-se que essas confederações queiram que Infantino renuncie antes que tenha a oportunidade de concorrer à reeleição, em março de 2027.
A Federação de Futebol da Nova Zelândia tornou-se o mais recente membro da Fifa a retirar seu apoio a Infantino .
"Após cuidadosa análise, a NZF concluiu que determinadas decisões e ações dentro da Fifa contribuíram para a deterioração da confiança e o aumento da divisão no futebol internacional", afirmou.
"É necessária uma revisão independente para restabelecer a confiança e a credibilidade".
"Este momento representa uma oportunidade para que todas as associações-membro da Fifa defendam uma governança mais sólida, prestação de contas e transparência, elementos fundamentais para manter a confiança na gestão do futebol mundial", acrescentou a NZF.
O comunicado foi divulgado após uma reunião realizada na quarta-feira pela OFC (Confederação de Futebol da Oceania ), da qual a NZF é membro.
Em um comunicado divulgado na sexta-feira, o grupo disse ver com satisfação a decisão de arquivar o plano de investimento, mas não pediu a saída de Infantino.
"Boa governança, transparência e respeito aos processos institucionais estabelecidos são fundamentais para a gestão eficaz e o desenvolvimento sustentável do futebol", afirmou a entidade da Oceania.
A Fifa reagiu e acusou as confederações de tentarem "minar" a entidade máxima do futebol e Infantino.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.