Dois homens são presos e adolescente é apreendido por suspeita de estupro coletivo e morte de indígena no MA
Homens são presos suspeitos de estupro coletivo e morte de jovem indígena no MA Dois homens foram presos e um adolescente foi apreendido por suspeita de participação no estupro coletivo e na morte de uma indígena de 21 anos na Aldeia Porquinhos, na zona rural de Fernando Falcão, no interior do Maranhão.
Segundo a Polícia Civil do Maranhão, o crime aconteceu em 2 de julho, mas só foi comunicado às autoridades no dia 14 do mesmo mês, 12 dias depois.
A vítima, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi enterrada na própria comunidade antes da realização de exames periciais oficiais, o que comprometeu a produção dos laudos técnicos. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo o delegado Brito Júnior, titular da 15ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Barra do Corda, a Justiça autorizou a exumação do corpo para exames periciais.
Além disso, oito indígenas foram intimados para prestar depoimento sobre o caso (veja o relato do delegado no vídeo acima).
Os suspeitos do crime foram detidos nessa segunda-feira (17) e podem responder por homicídio qualificado (feminicídio) e estupro coletivo.
Os mandados de prisão temporária e de apreensão foram cumpridos pela Delegacia Regional de Barra do Corda, com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), durante uma ação da Operação AMAS.
Dois homens são presos e adolescente é apreendido por suspeita de estupro coletivo e morte de indígena no MA Divulgação/Polícia Civil do Maranhão Vítima teria sido levada para residência e sofrido agressões De acordo com as investigações, a jovem estaria em situação de vulnerabilidade quando teria sido conduzida pelos suspeitos para o interior de uma residência da Aldeia Porquinhos, no dia 2 de julho.
Segundo a Polícia Civil, no local, ela teria sido submetida a uma sequência de atos de violência física e sexual.
A investigação aponta que teriam sido usadas garrafas de vidro, um fragmento de madeira e outros instrumentos contundentes e perfurocortantes durante as agressões.
A jovem não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.
Crime só foi comunicado à polícia 12 dias depois Embora a morte tenha acontecido em 2 de julho de 2026, a Polícia Civil informou que só tomou conhecimento do caso em 14 de julho, 12 dias depois.
Segundo a corporação, assim que recebeu as informações sobre o ocorrido, foi instaurado um inquérito policial para investigar a morte.
O intervalo entre o crime e a comunicação às autoridades também fez com que os primeiros procedimentos investigativos fossem realizados somente após o sepultamento da vítima.
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