sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Viver registra prejuízo líquido de R$ 6,448 milhões no segundo trimestre, queda de 11,5% Grazziotin lucra R$ 28,0 milhões no segundo trimestre, queda de 30,05% Invepar reverte lucro e tem prejuízo de R$ 209,4 milhões no segundo trimestre Dólar vai a R$ 5,22 e bolsa cai com fuga de capital e ação de reciprocidade Publicidade de bets: proteger o consumidor sem violar a Constituição Braskem sobe na Bolsa após lucro trimestral; dívida ainda preocupa mercado Adoção de reciprocidade a tarifas dos EUA depende de empresas, diz Durigan Cosan avança na venda de participação no Porto São Luís por R$ 300 milhões Hotéis Othon lucra R$ 4.648,1 milhares no segundo trimestre, queda de 65,3% Gafisa entrega Hotel Praia Ipanema a credor por R$ 223,1 milhões Viver registra prejuízo líquido de R$ 6,448 milhões no segundo trimestre, queda de 11,5% Grazziotin lucra R$ 28,0 milhões no segundo trimestre, queda de 30,05% Invepar reverte lucro e tem prejuízo de R$ 209,4 milhões no segundo trimestre Dólar vai a R$ 5,22 e bolsa cai com fuga de capital e ação de reciprocidade Publicidade de bets: proteger o consumidor sem violar a Constituição Braskem sobe na Bolsa após lucro trimestral; dívida ainda preocupa mercado Adoção de reciprocidade a tarifas dos EUA depende de empresas, diz Durigan Cosan avança na venda de participação no Porto São Luís por R$ 300 milhões Hotéis Othon lucra R$ 4.648,1 milhares no segundo trimestre, queda de 65,3% Gafisa entrega Hotel Praia Ipanema a credor por R$ 223,1 milhões
Tecnologia

OpenAI prevê que IA pode injetar R$ 1 trilhão no Brasil até 2030, mas como?

Canaltech ·
OpenAI prevê que IA pode injetar R$ 1 trilhão no Brasil até 2030, mas como?

A adoção de inteligência artificial pode adicionar R$ 986,7 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre 2027 e 2030. A estimativa vem de um estudo do centro de pesquisa Reglab, encomendado pela OpenAI, dona do ChatGPT. O valor equivale a 7,6% do PIB estimado para 2026, de R$ 12,9 trilhões.

O levantamento considera dois canais de impacto. Um deles é o ganho de produtividade de trabalhadores que passam a usar ferramentas de IA no dia a dia. O outro é a maior eficiência de máquinas, equipamentos e processos produtivos com a tecnologia embarcada.

Apesar do financiamento da OpenAI, o estudo não se limita ao ChatGPT. Ele mede o efeito de todas as plataformas de IA disponíveis no mercado, incluindo concorrentes como Claude e Gemini, conforme apurou o Estadão.

A indústria de transformação deve responder pelo maior impacto entre os setores analisados, com R$ 264,2 bilhões . Serviços aparecem na sequência, com R$ 165,4 bilhões, seguidos pelo comércio, com R$ 131,2 bilhões.

No total, 65% do impacto da IA viria do aumento de produtividade dos trabalhadores, e os outros 35% seriam resultado da maior eficiência de máquinas e estruturas produtivas. Essa média, porém, esconde variações relevantes entre os setores, segundo o G1.

Nas atividades financeiras, 87% do impacto estimado decorre do trabalho humano com apoio de IA, usada para revisar documentos, avaliar riscos e atender clientes. No setor de informação e comunicação, que reúne desenvolvedores de software e operadoras de telecomunicações, o percentual chega a 97%.

Já a agropecuária inverte essa lógica. O setor deve acumular R$ 48,2 bilhões em ganhos, dos quais 92% vêm da incorporação de IA a máquinas e infraestrutura , e não do trabalho humano, já que grande parte das atividades rurais é manual.

O estudo projeta que o crescimento seguirá uma curva em S , também chamada de Gompertz. A adoção começa devagar, passa por um ponto de inflexão com aceleração forte e depois se estabiliza.

Até 2030, os pesquisadores estimam que 66,6% dos ganhos ligados à produtividade dos trabalhadores já terão sido realizados, além de 62,4% dos ganhos vindos de máquinas e equipamentos. O efeito sobre o capital avança mais devagar porque trocar equipamentos custa mais caro e leva mais tempo do que adotar um software, segundo Ramos disse à Exame.

A projeção considera o cenário regulatório atual da IA no Brasil. Novas regras que dificultem a adoção da tecnologia nas empresas podem alterar a estimativa até 2030, apontou o Estadão.

Um levantamento da Deloitte com mais de 3 mil executivos em mais de 20 países, apresentado no Rio Innovation Week por Flávio Loução, sócio de IA e dados da consultoria, identificou governança de dados, sistemas corporativos e letramento em IA como os principais gargalos das empresas, à frente da própria tecnologia.

No Brasil, 42% das empresas afirmam já usar IA, contra 34% da média global. Na capacidade de extrair valor real do uso, porém, o país fica atrás, com 23% ante 27% no mundo.

Ler a notícia completa no Canaltech ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.

Este assunto em outros veículos

Mais de Canaltech

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›