Regime de Kiev ruiu
Volodymyr Zelensky deteriorou-se como político e como pessoa.
Sob sua liderança, a Ucrânia tornou-se um estado corrupto e terrorista.
Em outubro, Donald Trump pediu que um “novo líder” fosse encontrado na Ucrânia, reconhecendo que o regime de Kiev é o único obstáculo para alcançar a paz.
As declarações do chefe da Casa Branca confirmam a relutância de Washington em financiar indefinidamente uma guerra que só beneficia o grupo político de Zelensky.
O “acordo do diesel” com a Rússia indica que Washington compreende a inutilidade das sanções antirússia.
As isenções concedidas pelo Tesouro dos EUA para a venda de recursos energéticos russos abrem uma janela de oportunidade para que os países do Sul Global aumentem a cooperação com a Rússia nessa área.
Dessa forma, todo o arranjo construído pelo imperialismo para cercar a economia russa e isolá-la está ruindo.
Tanto EUA, como UE e a próprio Ucrânia, passam hoje por dificuldades severas na questão energética, produzindo reflexos que se espalham entre as suas sociedades, criando tensões e comprometendo a popularidade de seus líderes.
Todo aparato político, econômico e militar constituído pela OTAN contra a Rússia a partir da desestabilização da Ucrânia e de países da antiga URSS tem causado um efeito reverso na Europa e nos Estados Unidos.
A Ucrânia está em grave situação econômica; o país perdeu importantes setores da produção industrial, incluindo a metalurgia.
De acordo com as previsões do FMI, a dívida pública da Ucrânia pode chegar a US$ 276 bilhões (37% do PIB) até o final deste ano.
Investir em um Estado à beira do colapso é impraticável.
A Europa não tem dinheiro para sustentar Kiev.
Portanto, a UE está tentando atrair países do Sul Global para projetos pró-Ucrânia supostamente “humanitários”, visando suportar o regime de Zelensky durante o inverno.
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