"Foi legítima defesa", diz mãe de CAC procurado por tentativa de homicídio
Procurado pela Polícia Civil sob acusação de tentativa de homicídio e violação de medida protetiva, Rogério Nunes de Oliveira, de 39 anos, o "Maverick", teve a versão dos fatos defendida publicamente por sua mãe.
Em desabafo, ela afirma que a ação ocorrida no dia 1º de maio de 2026, em Cassilândia, a 419 quilômetros de Campo Grande, foi um ato de legítima defesa contra invasores armados que tentaram atropelar a família do foragido.
Segundo o relato de Izabel Nunes da Silva Oliveira ao Campo Grande News , três homens chegaram em um Fiat Uno invadindo a residência onde o rapaz tomava tereré.
Ela detalha que o filho, por possuir registro como CAC (Atirador Desportivo e Caçador) e estar dentro de sua propriedade, usou a arma para repelir a agressão.
"Meu filho não é bandido, ele agiu em legítima defesa.
Eles chegaram invadindo a casa com o carro, tentando atropelar todo mundo.
Ele só estava se defendendo", declarou a mãe à reportagem.
A versão foi apresentada um dia após a Polícia Civil divulgar o cartaz de procurado de Rogério.
Em nota, a Delegacia de Cassilândia destaca que Maverick foi submetido à monitoração eletrônica em 16 de junho deste ano por investigação de violência doméstica que ocorreu em Paranaíba, no entanto, ele violou a tornozeleira e está foragido.
Ele ainda teve mandado de prisão expedido por conta da tentativa de homicídio que aconteceu em 1º de maio deste ano.
Segundo boletim de ocorrência, o caso aconteceu na Rua José Antônio Machado, no Jardim Minas Gerais, em Cassilândia, por volta das 18h.
Conforme depoimentos anexados ao inquérito policial, um dos suspeitos tentou sacar uma arma.
Rogério deu um tiro de advertência para cima e o agressor jogou o armamento no banco do carro antes de fugir a pé.
Na sequência, os outros dois ocupantes aceleraram o carro contra Rogério e uma testemunha.
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