Com brilho de Rebeca, Brasil vai à cinco finais no Mundial de Ginástica
O Brasil contou com brilho de Rebeca Andrade e Flávia Saraiva e avançou à cinco finais no Mundial de Ginástica Artística de 2026 nesta segunda-feira (19).
Além da decisão por equipes em Roterdã, Rebeca vai disputar a final do salto e Flavinha a da trave.
No individual geral, Flavinha, 12ª colocada, e Lorrane Oliveira, 22ª, vão representar o país.
A equipe brasileira, que também é composta por Thais Fidelis e Sophia Weisberg, tendo Gabriela Bouças como reserva, somou 159,131 pontos e terminou em oitavo lugar geral, garantindo a última vaga para a final, apenas dois décimos acima do Reino Unido.
Leia mais Emanuel traça objetivos para o Brasil em Los Angeles: "Mais ouros" Alpinista brasileiro escala Everest e Lhotse em menos de 24 horas Brasileira sofre queda grave e fica desacordada na Copa do Mundo de BMX A classificação terminou com a China em primeiro lugar, seguida de Estados Unidos, Rússia, Itália, Japão, França e Canadá.
A final está marcada para quarta-feira (21), às 14h30 (de Brasília), e garante vagas para a Olimpíada de Los Angeles às três equipes que conseguirem lugar no pódio.
Apesar de disputar a final, o Brasil não está entre os favoritos para conseguir medalha por equipes.
A vaga na decisão já garantiu vaga ao time brasileiro para o próximo Mundial, em 2027, que vai distribuir nove vagas olímpicas.
A MAIOR ESTÁ DE VOLTA! Simplesmente campeã olímpica e mundial.
A lenda viva REBECA ANDRADE saltando nas classificatórias do Mundial de Rotterdam, meus amigos! Média final: 14.533!!!! A MAIOR NOTA DA COMPETIÇÃO ATÉ AQUI! Eurovision Sport #CBGemRotterdam2026 https://t.co/Js7pIS96SB — Confederação Brasileira de Ginástica (@cbginastica) October 19, 2026 Rebeca Andrade de volta O Mundial marca o retorno de Rebeca a uma competição de grande porte depois da Olimpíada de Paris em 2024.
Depois de tirar o ano de 2025 para se recuperar física e mentalmente, Rebeca voltou ao tablado este ano, mas sem se apresentar em todos os aparelhos.
No Mundial, a campeã olímpica passou apenas pela trave e pelo salto e foi justamente neste último em que brilhou e garantiu a vaga por equipes para o Brasil.
O aparelho foi o último da bateria brasileira e a equipe precisava de uma nota alta para avançar.
Rebeca, que tinha sofrido uma queda na trave, conseguiu dois saltos praticamente perfeitos.
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