Polícia investiga contexto de penhora de imóvel em caso de família encontrada morta em apartamento de Curitiba
Polícia analisa câmeras de segurança para investigar morte de família em Curitiba A Polícia Civil investiga o contexto da penhora de um imóvel em que vivia a família encontrada morta dentro de um apartamento em Curitiba.
O objetivo, segundo o delegado Ivo Viana, é esclarecer se eventuais dificuldades financeiras podem ter motivado o crime. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Na tarde de terça-feira (25), a médica Claudia Hitomi Shimada Furuyama, o filho dela, o estudante de engenharia Rafael Furuyama, e o marido dela, o engenheiro Marcos Alberto Furuyama, foram encontrados mortos dentro do apartamento no bairro Água Verde.
Conhecidos da mulher notaram que ela faltou ao trabalho e foram ao condomínio.
Além disso, moradores do prédio estranharam o sumiço dos vizinhos, que moravam em um apartamento do 9º andar.
Eles também se preocuparam com o latido incessante do cachorro da família.
Após tentativas de comunicação sem resposta, o síndico contratou um chaveiro para acessar o imóvel.
Dentro do apartamento, encontrou os corpos dos três.
Segundo o delegado, o imóvel em que a família morava foi objeto de penhora, foi levado a leilão e arrematado no início de agosto.
Depois disso, um oficial de Justiça intimou Marcos para que houvesse a desocupação do imóvel dentro de um prazo estabelecido.
Até o momento, as investigações apontam que Claudia e o filho não tinham conhecimento da situação.
"Pelo que a gente já levantou, a gente acredita que ela não sabia da alienação desse imóvel.
Ela tinha conhecimento do processo, que é antigo, data de 2014, e envolve uma empresa que era do Marcos, mas que agora resultou na alienação desse veículo imóvel", afirma Viana.
Claudia Hitomi Shimada Furuyama (mãe), Rafael Furuyama (filho) e Marcos Alberto Furuyama (pai).
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.