Turbulência pré-eleições na Bolsa está só começando, alerta Dahlia
A Bolsa tem um começo de agosto amargo e acumula forte queda com a debandada de investidores estrangeiro diante da proximidade das eleições, mas a volatilidade de verdade ainda pode estar por vir.
Para a Dahlia Capital a turbulência dos preços de ativos brasileiros deve aumentar nas próximas semanas, com um eleitorado que demonstra mais clareza sobre quem não deseja eleger do que sobre seu candidato preferido – e que, por isso, deve deixar a definição para mais perto do pleito.
Essa dinâmica, segundo a gestora, produz um comportamento distinto do observado em eleições tradicionais.
“Quando o voto é motivado pela preferência, pesquisas tendem a capturar escolhas relativamente estáveis.
Quando passa a ser motivado pela rejeição, a decisão torna-se mais estratégica: o eleitor não procura necessariamente seu candidato ideal, mas aquele que julga capaz de evitar o resultado que considera mais prejudicial”, diz a gestora em carta a investidores divulgada nesta semana.
A Dahlia chama atenção para a dificuldade de antecipar preferências nesse cenário, já que parte do eleitorado pode preferir não revelar seu voto enquanto a disputa e a percepção de viabilidade dos candidatos ainda estão em formação.
A gestora destaca os números das pesquisas eleitorais por região, e nota uma rejeição menor a Flávio no Sudeste do que a enfrentada por Jair Bolsonaro na mesma região em 2022.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.