sábado, 22 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Irã permite que petroleiros iraquianos atravessem Estreito de Ormuz, diz a agência estatal Irna Idoso de 82 anos é preso após exibir pornografia para menor dentro de ônibus no PR Serena Williams e Carlos Alcaraz jogarão duplas mistas juntos no US Open Maringá reúne grandes nomes da música nacional, artistas locais e programação infantil Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 58 milhões neste domingo (22) 'Crianças de hoje usam drones para lançar bombas', diz Flávio em ato no Rio França concorda em acelerar entregas de equipamentos de defesa aérea à Ucrânia, diz Zelenskiy Janja: mulheres foram decisivas para eleger Lula em 2022 e vamos decidir de novo França anuncia envio de mísseis interceptadores à Ucrânia diante da escalada de ataques russos Crise de combustíveis na Rússia chega a Moscou e ameaça logística Irã permite que petroleiros iraquianos atravessem Estreito de Ormuz, diz a agência estatal Irna Idoso de 82 anos é preso após exibir pornografia para menor dentro de ônibus no PR Serena Williams e Carlos Alcaraz jogarão duplas mistas juntos no US Open Maringá reúne grandes nomes da música nacional, artistas locais e programação infantil Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 58 milhões neste domingo (22) 'Crianças de hoje usam drones para lançar bombas', diz Flávio em ato no Rio França concorda em acelerar entregas de equipamentos de defesa aérea à Ucrânia, diz Zelenskiy Janja: mulheres foram decisivas para eleger Lula em 2022 e vamos decidir de novo França anuncia envio de mísseis interceptadores à Ucrânia diante da escalada de ataques russos Crise de combustíveis na Rússia chega a Moscou e ameaça logística
Economia

Dívida de US$ 40 tri, juro imobiliário em alta e disparada do diesel pressionam Donald Trump

Folha · Mercado ·
Dívida de US$ 40 tri, juro imobiliário em alta e disparada do diesel pressionam Donald Trump

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Quase dois anos depois de Donald Trump vencer a eleição com a promessa de reduzir drasticamente os preços e sanear as contas públicas dos Estados Unidos , sua guerra contra o Irã e seus cortes de impostos produziram um resultado diferente: dívida recorde , disparada dos custos dos combustíveis e taxas hipotecárias elevadas.

Na terça-feira (18), investidores levaram os rendimentos dos títulos da dívida americana de longo prazo ao maior nível em 19 anos, em meio à preocupação com o peso do endividamento público e as consequências inflacionárias da guerra.

Um dia depois, o secretário do Tesouro de Trump, Scott Bessent, apressou-se em acalmar os mercados, anunciando um programa para "pelo menos dobrar" as compras de títulos de longo prazo e prometendo divulgar em breve medidas para enfrentar o déficit.

A mais recente intervenção no mercado pouco fez para reduzir os rendimentos dos títulos do Tesouro e derrubou o dólar.

Bessent insistiu na quinta-feira que os mercados haviam "se precipitado". Trump afirma que a economia está "em plena expansão", como demonstrariam as máximas do mercado de ações.

"As diatribes do presidente e os esforços de seu governo para intervir nos mercados de câmbio e de títulos têm um ar de desespero, o que só piora a situação e leva o sentimento do mercado a uma direção ainda mais desfavorável", afirmou Eswar Prasad, professor de economia da Universidade Cornell.

A turbulência nos mercados ressalta o risco de a agenda econômica de Trump se desfazer justamente quando as eleições de meio de mandato de novembro se aproximam . Pesquisas mostram os democratas à frente dos republicanos na avaliação sobre a condução da economia.

A dívida pública atingiu o recorde de US$ 40 trilhões nesta semana , com o endividamento crescendo no ritmo mais acelerado fora do período da pandemia, à medida que os gastos federais superam as receitas.

O déficit caiu apenas ligeiramente no ano fiscal de 2025, para 5,8% do PIB, ante 6,4% em 2024. As projeções indicam que os cortes de impostos de Trump aumentarão substancialmente os déficits nos próximos anos, apesar das reduções em programas da rede de proteção social, incluindo a cobertura de saúde do Medicaid e a assistência alimentar aos americanos pobres.

"Continuamos gastando mais do que arrecadamos, e as demandas por gastos são ainda maiores com a guerra", disse Diane Swonk, economista-chefe da KPMG nos Estados Unidos.

Bessent, que prometeu reduzir o déficit para 3% até o fim do segundo mandato de Trump, insistiu na quinta-feira que havia uma "chance muito, muito boa" de que o déficit já tivesse atingido o pico. Segundo ele, o crescimento econômico e as futuras receitas tarifárias elevariam a arrecadação.

Michael Strain, diretor de estudos de política econômica do American Enterprise Institute, um centro de estudos de direita, afirmou que a redução do déficit exigiria escolhas políticas difíceis para Trump, incluindo cortes no Medicare e na Previdência Social.

"Espero que o que o secretário Bessent está dizendo seja verdade", disse Strain.

Ler a notícia completa no Folha · Mercado ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mercado.

Mais de Folha · Mercado

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›