Quem é Manu Navalha, jovem de 22 anos presa por suspeita de agiotagem que movimentou R$ 10 milhões
Veja momento em que foragida do DF por suspeita de agiotagem é presa no Tocantins A suspeita identificada como Maria Luiza da Silva Araújo Lopes, de 22 anos, estava escondida em uma residência em Lagoa da Confusão, região oeste do estado.
Ela é investigada em uma operação contra uma quadrilha interestadual de agiotagem armada e extorsão.
Segundo apurado pela TV Anhanguera, ela é conhecida como Manu Navalha. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A ação tem como alvo um grupo criminoso que lavava dinheiro e atuava no Distrito Federal, em Goiás e no Tocantins.
A investigação aponta que a organização movimentou cerca de R$ 10 milhões em um período de oito meses, utilizando contas de pessoas jurídicas e de parentes para tentar ocultar a origem ilícita dos valores.
A decisão judicial que determinou a prisão aponta que a investigada apareceu em imagens de câmeras de segurança no prédio de uma das vítimas.
O g1 não conseguiu contato com a defesa da mulher até a última atualização desta reportagem.
A TV Anhanguera teve acesso ao vídeo, que mostra o momento da prisão (veja acima).
A prisão faz parte de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), iniciada na quinta-feira (10).
Segundo a investigação, Maria Luiza teria usado uma linha telefônica para fazer cobranças com ameaças.
LEIA MAIS Polícia Civil prende 11 por agiotagem no DF; grupo ameaçava pessoas e cobrava juros de até 20% ao mês em empréstimos Montanha de dinheiro: sargento aposentado da PM e suspeitos de agiotagem cobravam juros de até 20%, diz polícia Foragida do DF por suspeita de agiotagem e extorsão é presa no Tocantins Maria Luiza da Silva Araújo Lopes, de 22 anos, Divulgação/PCDF Após a prisão de outros membros do grupo, a suspeita teria ido até a casa de uma das vítimas, com um homem armado, para fazer cobrança.
A Justiça também encontrou movimentações financeiras que ligam a jovem aos outros suspeitos.
A polícia apreendeu mensagens, planilhas e áudios de cobrança.
Esquema de agiotagem Segundo a polícia, a quadrilha fazia empréstimos com juros abusivos de até 20% ao mês e era chefiada por um sargento aposentado da Polícia Militar.
Em áudios obtidos pela investigação, criminosos ameaçavam os devedores de morte caso não pagassem as dívidas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.