Corrupção do Máster passa a ser mais associada a Bolsonaro
Pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra um aumento da associação do escândalo do Banco Master à família Bolsonaro, grupo do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo o levantamento, 21% dos entrevistados apontam a família Bolsonaro como a mais afetada pelo caso, contra 15% na rodada anterior.
A alta de seis pontos percentuais ocorre na reta final da disputa presidencial, na qual Flávio representa o grupo político nas urnas.
A parcela dos entrevistados que acredita que o escândalo prejudica “todos”, por outro lado, caiu nove pontos percentuais em uma semana.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 20 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Família Bolsonaro amplia associação com caso Master Na rodada anterior, 46% dos entrevistados respondiam que o caso Master afetava “todos”.
Agora, esse percentual caiu para 37%, uma redução de nove pontos percentuais.
No movimento contrário, a família Bolsonaro passou de 15% para 21% das menções entre os grupos apontados como mais prejudicados pelo escândalo.
O STF aparece com 16%, ante 17% na rodada anterior.
Já o governo Lula e políticos do PT somam 11%, contra 9% anteriormente.
A mudança ganha peso eleitoral porque Flávio Bolsonaro é o candidato da família Bolsonaro à Presidência da República e disputa diretamente com Lula a liderança da corrida eleitoral.
A associação do caso Master com a candidatura de Flávio já havia aparecido em outra pergunta da Quaest.
Em levantamento divulgado no início de setembro, 42% dos entrevistados disseram que as suspeitas relacionadas ao Banco Master prejudicavam muito a campanha do senador.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.