Carga de madeira apreendida em MS é liberada após quase dois meses de testes para detectar cocaína
Polícia boliviana contesta existência de droga em carregamento A carga de cerca de 260 toneladas de madeira apreendida em junho na região de fronteira entre Brasil e Bolívia foi liberada após quase dois meses retida para a realização de exames que buscavam identificar a presença de cocaína.
A informação foi confirmada pela Receita Federal nesta sexta-feira (14).
A carga estava apreendida desde o dia 21 de junho, quando oito caminhões foram interceptados durante a Operação Timber Shield.
Quatro veículos foram parados em Corumbá (MS) e outros quatro em Cáceres (MT). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo a Polícia Federal, foram realizados diferentes tipos de testes nas amostras da madeira, inclusive análises com a participação de especialistas de outras localidades.
Os últimos exames foram feitos no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília.
Os resultados dos exames não identificaram cocaína na madeira.
A ausência da droga já havia sido apontada em análises anteriores e foi reforçada pelo novo laudo produzido pelo INC.
Testes foram feitos após suspeita de cocaína Foram 260 cargas de madeiras apreendidas, em MS e MT Laudo da PF/Reprodução No início da operação, exames preliminares indicaram a possível presença de cocaína líquida impregnada na madeira.
A suspeita fez com que a carga fosse mantida retida enquanto novas análises eram realizadas.
A apreensão chegou a ser anunciada como uma das maiores já registradas no país envolvendo cocaína escondida em madeira.
Posteriormente, porém, a hipótese passou a ser questionada, inclusive por autoridades da Bolívia.
A Polícia Federal informou que os investigadores fizeram diferentes tipos de testes para verificar se havia droga na carga.
Amostras de serragem foram retiradas das toras e submetidas às análises.
Nenhum dos exames confirmou a presença de cocaína ou de outra substância entorpecente proibida.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.