Plano de Clébio Genuíno (PCO) propõe reajuste de salários, estatizações e governo dos trabalhadores
O candidato a governador pelo PCO, Clébio Genuíno (Foto: Arquivo pessoal) O plano de governo apresentado pelo candidato ao Governo de Roraima , Clébio Genuíno (PCO) , nas eleições deste ano , foca em propostas de caráter nacional focadas na transformação estrutural da economia e do sistema político brasileiro.
LEIA O PLANO DE GOVERNO Intitulado “Programa de Luta – Eleições 2026”, o documento é organizado em 15 pontos centrais e tem como lema “Por salário, trabalho e terra”.
O texto defende como princípios a revolução, o governo operário e o comunismo.
Diferentemente de um plano tradicional de administração estadual, o programa afirma que o PCO não participa das eleições para fazer promessas, mas para utilizar o processo eleitoral como espaço de divulgação das reivindicações que considera fundamentais para a população trabalhadora .
Assim, o documento concentra propostas econômicas, sociais e políticas de alcance nacional e defende que mudanças consideradas essenciais sejam obtidas por meio da organização e da mobilização dos trabalhadores.
Salários e emprego O primeiro eixo trata da remuneração dos trabalhadores.
Entre as principais propostas estão a reposição integral das perdas salariais, um aumento emergencial de 50% e a adoção de uma escala móvel de salários.
Pela proposta, os vencimentos seriam reajustados automaticamente sempre que o custo de vida do trabalhador aumentasse 3%.
O programa também estabelece um salário mínimo vital de, pelo menos, R$ 7,5 mil, segundo o próprio documento.
O PCO também propõe um Bolsa Família de pelo menos um salário mínimo enquanto durar a situação que classifica como de “caos atual”, além do cancelamento das dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro.
No combate ao desemprego, a proposta é reduzir a jornada para 35 horas semanais, sem redução salarial.
O programa também defende a proibição das demissões e a ocupação e o controle dos trabalhadores sobre empresas que demitam ou ameacem fechar.
Para quem perder o emprego, o plano prevê seguro-desemprego equivalente ao último salário recebido, além da proibição de despejos e cortes de serviços essenciais.
Também propõe passe livre no transporte para desempregados e trabalhadores informais.
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