sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Esquerda x Direita: qual é a origem das denominações dadas aos espectros políticos?› Após disparada do petróleo nas bolsas, Trump busca Putin para acordo sobre diesel› PF e PGR negam relato de Vorcaro sobre financiamento de filme de Lula› Após marcha massiva, sindicato ameaça convocar greve geral na Bélgica› Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel: ‘renovar profunda amizade’› Dino apresenta relatório com ameaça de assassinato contra ministros do STF› Espanha: pesquisa mostra que 77% apoiam intervenção estatal em crise habitacional› Países do Golfo condenam ataque dos Houthis contra aeroporto na Arábia Saudita› AtlasIntel: Flávio Bolsonaro tem 52,8% dos votos válidos contra 47,2% de Lula› NASCAR Truck: Riggs vence em Charlotte após batalha dramática e encosta na liderança› Esquerda x Direita: qual é a origem das denominações dadas aos espectros políticos?› Após disparada do petróleo nas bolsas, Trump busca Putin para acordo sobre diesel› PF e PGR negam relato de Vorcaro sobre financiamento de filme de Lula› Após marcha massiva, sindicato ameaça convocar greve geral na Bélgica› Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel: ‘renovar profunda amizade’› Dino apresenta relatório com ameaça de assassinato contra ministros do STF› Espanha: pesquisa mostra que 77% apoiam intervenção estatal em crise habitacional› Países do Golfo condenam ataque dos Houthis contra aeroporto na Arábia Saudita› AtlasIntel: Flávio Bolsonaro tem 52,8% dos votos válidos contra 47,2% de Lula› NASCAR Truck: Riggs vence em Charlotte após batalha dramática e encosta na liderança
Ciência

IMAX: a história, a economia e a tecnologia por trás das telas

Superinteressante ·
IMAX: a história, a economia e a tecnologia por trás das telas

Texto: Ana Clara Barreiro | Edição: Bela Lobato e Rafael Battaglia | Arte: Caroline Aranha A década de 1940 foi o auge da Era de Ouro de Hollywood.

Nos EUA, as salas de cinema eram tão grandiosas que eram chamadas de “palácios”.

Mas, na década seguinte, com a popularização da TV, o mercado entrou em crise.

Para muita gente, não fazia mais sentido sair do sofá para ver um filme.

Com as bilheterias em queda, Hollywood buscou soluções para tornar única a experiência de ir ao cinema.

A principal ideia era ampliar a área de imagem exibida, com telas mais panorâmicas e imersivas (na época, tanto o cinema quanto a TV usavam o padrão 4:3 – quatro unidades de largura para três unidades de altura, também chamado de 1,33:1).

Só que, para isso, era preciso mudar a própria forma de fazer cinema.

Na época, os filmes eram analógicos, gravados em película.

A mais utilizada era a do padrão 4 perf .

Cada quadro do rolo de filme tinha 35 mm de largura e quatro perfurações (daí o nome).

As perfurações são os buraquinhos na borda da película.

As câmeras e os projetores engancham nesses buracos e fazem o filme rodar no sentido vertical (de cima para baixo ou de baixo para cima).

Continua após a publicidade Com o 4 perf, os cineastas conseguiam captar em proporção 1,33:1.

Para aumentar essa proporção, a película passou por diversas alterações.

Ler a notícia completa no Superinteressante ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

Mais de Superinteressante

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›