Luís Henrique, da Inter de Milão, estreia na Serie A mirando seleção brasileira
A Internazionale de Milão inicia neste sábado, 22, às 13h30 (horário de Brasília), a defesa do título do Campeonato Italiano, recebendo o Monza no San Siro, na abertura da Serie A 2026/27 — partida terá transmissão ao vivo da ESPN (TV fechada) e Disney+ (streaming).
Para o ala-direito brasileiro Luís Henrique, de 24 anos, a partida marca o início de mais uma temporada como peça relevante no esquema do técnico Cristian Chivu — posição consolidada depois de o jogador ter sido decisivo na conquista da “dobradinha” nacional (Scudetto e Copa da Itália) na campanha passada, a primeira do clube em 16 anos.
A janela de transferências reforçou a concorrência interna.
A Inter contratou o zagueiro inglês John Stones, ex-Manchester City, em transferência livre, e o lateral Djed Spence, do Tottenham, por cerca de 31,5 milhões de euros.
Nesta quarta-feira (19), o clube oficializou também a chegada do meio-campista Curtis Jones, comprado do Liverpool por 32 milhões de euros para ocupar a vaga aberta com a saída de Davide Frattesi, negociado com a Lazio.
Mesmo com o elenco mais robusto, Luís Henrique segue como titular na ala direita, função que ganhou peso adicional depois da saída de Denzel Dumfries para o Real Madrid.
Revelado pelo Botafogo, o brasileiro foi negociado com o Olympique de Marseille em 2020 e retornou por empréstimo ao clube carioca entre 2022 e 2023.
De volta à França, foi convertido de ponta para ala pelo técnico Roberto De Zerbi.
Em junho de 2025, a Inter desembolsou cerca de 23 milhões de euros para contratá-lo até junho de 2030, apostando na versatilidade do jogador para preencher o corredor direito.
A mudança de função exigiu evolução física e, principalmente, defensiva.
“Eu tive que aprender a defender, era o atacante ali de lado, não era tão acostumado na função.
Então venho aprimorando isso todos os dias, para melhorar”, contou Luís Henrique a VEJA.
Diferentemente da França, onde atuava mais avançado, na Itália ele participa mais da construção de jogo: “Aqui na Inter, trabalho mais na parte de construção também, atuando mais recuado.
Foi algo que mudou bastante: participar mais da saída de bola.
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