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Derrite expôs olheiro do caso Gritzbach e travou prisão, dizem fontes

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Derrite expôs olheiro do caso Gritzbach e travou prisão, dizem fontes

No fim da manhã de 19 de novembro de 2024, o então secretário da Segurança Pública (SSP) paulista, Guilherme Derrite , divulgou o retrato e o nome de Kauê Amaral Coelho ( imagem em destaque ), apontado como o olheiro que contribuiu para policiais militares fora de serviço fuzilarem o corretor de imóveis Antônio Vinícius Gritzbach , onze dias antes.

A divulgação frustrou a eventual possibilidade do cumprimento de um mandado de prisão, expedido pela Justiça quatro dias antes da coletiva de imprensa, como afirmaram à coluna em sigilo fontes envolvidas com o caso.

Kauê segue foragido desde então.

11 imagens Fechar modal.

1 de 11 Deputado Federal Guilherme Derrite KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 2 de 11 Ele denunciou assédio de policiais corruptos, posteriormente presos pelo PF em parceria com o MPSP Reprodução/MPSP 3 de 11 Corretor de imóveis fechou acordo de delação e foi morto posteriormente no Aeroporto de Guarulhos, na Grande SP Reprodução/MPSP 4 de 11 Até onde delatou, corretor contribui para ações contra PCC Reprodução/MPSP 5 de 11 Vinícius Gritzbach foi alvo, no Natal de 2023, de um atentado a tiros, na varanda de casa Reprodução/MPSP 6 de 11 Guilherme Derrite em formatura dos novos oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo Foto: Celso Silva/Governo do Estado de SP 7 de 11 O deputado federal Guilherme Derrite (PP) Pablo Jacob /Governo do Estado de SP 8 de 11 O deputado Guilherme Derrite (PP-SP) Pablo Jacob /Governo do Estado de SP 9 de 11 Deputado Guilherme Derrite (PP-SP) KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 10 de 11 Deputado Guilherme Derrite (PP) KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 11 de 11 O secretário de Segurança de SP, Guilherme Derrite KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo Em nota, a assessoria de imprensa de Derrite afirmou que a divulgação da identidade de Kauê ocorreu após o cumprimento de mandados de busca e apreensão, realizados na manhã da coletiva de imprensa.

Acrescentou que o olheiro sabia que era procurado pelas forças de segurança ( leia mais abaixo ).

Policiais civis de São Paulo monitoravam Kauê desde o dia do atentado.

Ele estava escondido na favela da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, área dominada pelo Comando Vermelho ( CV ), no Rio de Janeiro, para onde foi dois dias após o assassinato de Gritzbach.

Isso foi levantado com base em antenas de celular acionadas pelo aparelho do criminoso.

Quem lhe deu carona foi um funcionário de Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreira, membro do Primeiro Comando da Capital (PCC) apontado como um dos mandantes da execução no aeroporto.

Ele também segue foragido.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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