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Com dez, Memphis e Bidon, o Corinthians pareceu ter 15

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Com dez, Memphis e Bidon, o Corinthians pareceu ter 15

O Corinthians é um hospital com André Ramalho, André, Lingard, Zakaria e Yuri Alberto fora de jogo, além de Allan, suspenso.

Itaquera é um hospício com o bando de loucos disposto a trabalhar para suprir as deficiências técnicas e fazer o papel do 12º, 13º jogadores, com 47 mil torcedores.

O goleiro do Rosario Central, Ledesma, logo aos 13 minutos, frustrou a Fiel, em ótima defesa depois de arremate de Kaio César.

Os argentinos não tinham a menor pressa e dissimulavam como se estivessem em São Paulo a passeio.

Segurar a pressão inicial era a ordem do dia rosarina, cumprida à risca até a primeira parada para hidratação em jogo que não atava nem desatava, truncado, chato, pobre.

Mas não é, como Flamengo e Cruzeiro mostraram no Mineirão e no Maracanã.

Preocupado em trancar, o Rosario contava menos com o maestro Di Maria, mais retraído, embora sempre digno de ser marcado, nem de longe exercendo o papel desempenhado no jogo de ida.

O poste Pedro Raul colaborava mais com a defesa argentina do que com o ataque brasileiro.

Verdade que também colaborava para aliviar na primeira trave as seguidas cobranças de escanteio por Di Maria.

Sobrava vontade, faltava futebol e embora o Rosario não tenha chutado uma bola sequer entre as traves, conseguiu cinco escanteios contra três e ficou 44% do tempo com a bola, o suficiente para impedir que os anfitriões imprimissem volume de jogo nos 47 minutos iniciais.

Solução mesmo no banco o Corinthians não tinha, mas Memphis Depay concentrava todas as esperanças alvinegras, com previsão de jogar entre 20 e 30 minutos.

Se Gui Negão, ao menos, ajudaria mais na marcação da saída de bola, é fato que gera menos expectativa de gol que Pedro Raul, para que se tenha uma ideia das dificuldades corintianas.

Digno de nota na primeira etapa só a defesa de Ledesma e o protesto da torcida contra a diretoria que desmanda no clube de Parque São Jorge.

O Estudiantes de La Plata esperava de camarote a definição de seu adversário nas quartas da Libertadores, ou mais um confronto com os brasileiros ou um clássico nacional.

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