quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Economia

Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa fica estável após anúncio da dívida americana

UOL Economia ·
Dólar sobe a R$ 5,19 e Bolsa fica estável após anúncio da dívida americana

O dólar comercial voltou a subir após recuo de ontem, e fechou esta quinta-feira (20) cotado a R$ 5,193. Na Bolsa, o índice das ações mais negociadas registrou oscilou positivamente após o primeiro pregão positivo em 12 sessões. Hoje, investidores reagiram à escalada da tensão entre Estados Unidos e Irã, que alimentou o quinto dia seguido de valorização do petróleo, e a indicadores da economia americana, após o país reportar endividamento recorde e o Tesouro ampliar recompra de títulos público.

Dólar teve sessão de leve alta. A moeda americana terminou cotada no comercial para a venda a R$ 5,193, variação de 0,32% ante fechamento de ontem, quando recuou 0,87%.

Bolsa brasileira oscilou. O Ibovespa , principal índice de ações no Brasil, abriu em alta de 0,5%, aos 166.965 pontos, mas perdeu força ao longo do dia e passou a oscilar ao redor da estabilidade. Faltando 20 minutos para o fim da sessão, o índice marcava 167.888 pontos, alta de 0,03% ante fechamento de ontem.

Ibovespa teve 11 pregões de queda. Na quarta-feira, o principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 chegou a subir 2,17%, para 169.951 pontos, antes de fechar com avanço de de 0,90%, em 167.830 pontos .

De um lado, o encarecimento do petróleo pressiona a inflação global, leva o Banco Central a manter postura defensiva e reduz espaço para cortes de juros, o que encarece o crédito e afasta o investidor das ações ligadas ao consumo interno, varejo e construção civil. Por outro lado, o barril valorizado dá suporte para nossas petroleiras, como Petrobras, que tem peso relevante na composição do Ibovespa, ajudando a segurar o índice e impedindo quedas mais bruscas. Rebecca Nossig , estrategista de ações da Nomad

Alta do preço do petróleo alimentou aversão a risco nos mercados . O contrato do barril do tipo Brent para entrega em outubro subiu pela quinta sessão seguida, fechando em alta de 2,36% a US$ 93,78, maior cotação em dois meses.

Continuamos vendo tendência de depreciação para o real em razão da maior volatilidade no mercado doméstico a curto prazo e, também, potencial diferencial de juros menor ao longo do próximo ano. Nas últimas semanas, observamos deterioração adicional da moeda brasileira, descorrelacionando-se de moedas pares, com maior saída no fluxo de capitais de curto prazo pelo investidor estrangeiro, incertezas sobre continuidade da apreciação do petróleo e com a proximidade das eleições presidenciais. Álvaro Frasson, macro estrategista do BTG Pactual

Donald Trump elevou tom contra Irã. O presidente dos EUA disse que vai ampliar as sanções econômicas contra o governo, empresas e cidadão iranianos . Para analistas, esse movimento reduz a possibilidade de acordo entre os países. Isso afasta do cenário a expectativa de reabertura negociada para o Estreito de Hormuz, rota marítima na costa iraniana por onde passavam 20% do fornecimento mundial de petróleo antes da guerra, e que está praticamente fechado há semanas.

Endividamento recorde dos Estados Unidos reforçou preocupação dos mercados com juros. A dívida bruta do governo americano superou US$ 40 trilhões pela primeira vez , com gastos crescentes da Casa Branca.

Ler a notícia completa no UOL Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›