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Política

Leia a íntegra de documentos do TSE que derrubaram “Exército de Lula”

Poder360 ·

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Exército de Lula” , no WhatsApp, depois do pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

A decisão do presidente da Corte, ministro Nunes Marques, estabeleceu o bloqueio da página e a preservação de dados e registros.

O caso também é alvo de uma ação que pede a investigação de possíveis ilícitos eleitorais.

Na decisão, Nunes Marques determina o bloqueio do canal em até 3 horas, até a homologação das eleições, além do envio de um relatório com todas as mensagens publicadas, inclusive as apagadas, e da preservação dos dados e registros por pelo menos 1 ano ( íntegra – PDF – 1,8 MB) Criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), essa plataforma de distribuição visava a distribuir mensagens de campanha a favor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e contra o candidato de oposição.

A entrada de Nunes Marques no caso se deu depois de a campanha de Flávio Bolsonaro ter requerido por meio de uma Aije (ação de investigação judicial eleitoral) que não foi atendida prontamente pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que é corregedor do Tribunal Superior Eleitoral ( íntegra – PDF – 4,8 MB).

Cueva deu um prazo de 5 dias para que Janones e a campanha de Lula se manifestassem.

A defesa de Flávio também apresentou ao TSE um pedido urgente de providências administrativas contra a Meta, responsável pelo WhatsApp, e o deputado federal André Janones.

Na petição, a campanha afirma que o canal é usado para disseminar desinformação sobre o candidato, inclusive conteúdos que, segundo a defesa, já foram considerados falsos em decisões anteriores do TSE.

Eis a íntegra (PDF – 479 kB).

O documento também acusa os responsáveis pelo canal de usar estratégias para contornar os limites de encaminhamento de mensagens e de notificações da plataforma.

A defesa pede a suspensão do canal em até duas horas, a proibição de Janones de administrar ou criar novos canais até a homologação do 2º turno das eleições de 2026, a supervisão direta da Meta pela Justiça Eleitoral e a preservação dos dados e registros para fins de prova.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

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