Tecnologia cruza dados de satélite e clima para prevenir incêndios em vegetação no interior de SP
Tecnologia ajuda a prevenir incêndios em vegetação Divulgação Uma nova tecnologia passou a ser utilizada pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) para ajudar na prevenção de incêndios florestais em áreas de vegetação nativa no entorno da Usina Hidrelétrica (UHE) de Porto Primavera, distrito de Rosana (SP), na divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo.
O sistema, chamado CYAN, combina informações de satélite com dados meteorológicos para apontar, com antecedência, as áreas onde há maior risco de incêndios e de queda de raios.
Na prática, a ferramenta ajuda a identificar onde a atenção precisa ser concentrada antes que o fogo aconteça. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp A tecnologia contribui para a proteção de cerca de 65 mil hectares de florestas nativas de Cerrado e Mata Atlântica mantidos pela Cesp no entorno do reservatório da usina.
Como funciona? O sistema cruza dados climáticos e de satélite para indicar onde as condições são mais propícias ao surgimento do fogo.
Com essas informações, as equipes de campo conseguem direcionar a vigilância e a resposta para os pontos mais críticos antes que uma ocorrência se inicie.
Agora no g1 “O CYAN atua na etapa de prevenção, cruzando dados climáticos e de satélite para mapear onde as condições são mais propícias ao surgimento do fogo, permitindo que as equipes de campo direcionem vigilância e resposta para os pontos mais críticos antes que uma ocorrência se inicie”, explica Odemberg Veronez, gerente de Sustentabilidade da Cesp.
União de sistemas O CYAN passou a integrar as ferramentas já utilizadas pela companhia, como o Visiona e o NASA FIRMS.
A parceria com a Visiona Espacial, empresa formada pela Embraer Defesa & Segurança e pela Telebras, também foi renovada e ampliada, e agora abrange 100% dos ativos da Cesp.
O sistema utiliza imagens de satélite atualizadas e emite alertas de focos de incêndio a partir de 15 minutos após a detecção, dependendo do posicionamento do satélite.
A central de monitoramento também utiliza imagens de acesso público produzidas por satélites da NASA com o objetivo de reduzir ainda mais o tempo de resposta.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.