Falsa oferta de emprego levou homem a encontro que terminou em decapitação
Uma suposta oferta de trabalho em uma fazenda foi o que levou Diego Estefan dos Santos Ferreira, conhecido como “Corumbá”, até uma residência em Sonora, a 362 quilômetros de Campo Grande, onde acabou amarrado antes de ser levado ao local em que foi morto e decapitado.
O corpo da vítima foi encontrado em um canavial no fim da tarde de sexta-feira (21).
Conforme boletim de ocorrência, Diego estava desaparecido desde o dia 20 de agosto.
A esposa da vítima contou à polícia que o rapaz recebeu uma ligação de um homem oferecendo trabalho em uma fazenda.
A localização de uma residência foi enviada então ela o deixou no endereço indicado.
No entanto, horas depois, quando voltou para buscá-lo, foi informada pela proprietária do imóvel de que Diego havia saído de motocicleta com um homem.
Depois disso, ele não foi mais visto.
No final da tarde do dia seguinte, o corpo de Diego foi encontrado por pessoas que seguiam para pescar na região da Prainha, no Balneário Pôr do Sol.
Ele estava com as mãos amarradas por uma extensão elétrica e um tecido, enquanto a cabeça havia sido deixada a cerca de oito metros do corpo.
As investigações apontaram que, depois de chegar à residência localizada na Rua 3 de Outubro, em frente ao Bar do Neco, Diego foi mantido amarrado.
Em seguida, ele foi colocado no carro de Maiara Souza Alves e levado até o local do assassinato.
Segundo os depoimentos prestados à Polícia Civil, os envolvidos se revezaram nas agressões.
Maycon Douglas Rezende Garcia confessou que Carlos André da Silva Vieira começou a cortar o pescoço da vítima, Jean Lucas de Araújo Cezar continuou e ele próprio participou da decapitação.
Jean, conhecido como “G2”, também confessou participação e afirmou que, antes da execução, os envolvidos fizeram uma ligação.
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