Banda de rock cristão Demon Hunter processa as ‘Guerreiras do K-Pop’
A plataforma de streaming Netflix se tornou alvo de processo nesta terça-feira, 18, devido à queixa da banda de rock cristão Demon Hunter , para quem o título original da animação de sucesso Guerreiras do K-Pop é uma violação de direitos autorais.
Chamado KPop Demon Hunters em países anglófonos, o enredo acompanha um trio de música pop sul-coreana que, nas horas vagas, protege a terra de demônios monstruosos.
O filme rapidamente se tornou o mais visto da história da Netflix e ainda levou o Oscar de melhor canção original em março deste ano.
Tamanho sucesso fez a obra incontornável para qualquer um, especialmente aos membros do Demon Hunter.
O processo foi formalizado pela empresa HydeLane, representante da banda, e argumenta que a Netflix e a organizadora de eventos AEG Presents — responsável por organizar shows atrelados à marca — têm instigado “confusão substancial” dentro do público.
“Demon Hunter é um grupo célebre e conhecido, formado no começo do século.
Dentro dos últimos 25 anos, ele tem lançado álbuns consistentemente, liderado turnês e vendido produtos para um público grande e fiel.
Infelizmente, em 2025, os estúdios Netflix — que quase certamente estavam cientes da banda — decidiram lançar um filme chamado KPop Demon Hunters “, diz o texto do caso.
Continua após a publicidade O argumento cita alguns desentendimentos ocorridos desde então.
Em Albany, no estado de Nova York, uma pessoa desavisada gastou 500 dólares em ingressos VIP do Demon Hunter , acreditando se tratar de um evento das Guerreiras do K-Pop para o qual poderia levar crianças de 5 e 6 anos.
Nas redes, é comum que perfis da banda sejam marcados em conteúdos relacionados ao filme e, certa vez, um produtor televisivo os abordou sob a impressão de que o grupo faria tributo às popstars cartunescas.
Continua após a publicidade “Demon Hunter” foi patenteado pela banda em 2022, com exclusividade referente à música gravada e merchandise.
Já a patente de “KPop Demon Hunters ” foi oficializada em julho de 2026 e, por hora, se aplica sobre diversos produtos derivados do longa.
A banda pede que a Justiça impeça a Netflix de usar o nome do filme em relação a lançamentos musicais, shows ao vivo e merchandise.
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