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Orangotango constrói uma cama nova no alto das árvores praticamente todas as noites e pode até mastigar folhas para fabricar uma esponja e alcançar água

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Orangotango constrói uma cama nova no alto das árvores praticamente todas as noites e pode até mastigar folhas para fabricar uma esponja e alcançar água

Todas as noites o orangotango constrói uma cama nova nas árvores, e alguns indivíduos ainda fabricam esponjas de folhas para beber água

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Como o orangotango constrói uma cama nova quase toda noite. Por que dormir no alto das árvores faz diferença. Como funciona a esponja de folhas mastigadas. Que outras ferramentas improvisadas os orangotangos usam. Por que essas soluções variam entre diferentes populações. Todas as noites, praticamente sem exceção, um orangotango constrói uma cama inteiramente nova no alto das árvores, e o mesmo animal capaz desse hábito diário também recorre a soluções improvisadas surpreendentes, como mastigar folhas para transformá-las numa espécie de esponja.

Segundo o Smithsonian’s National Zoo, orangotangos constroem uma nova plataforma para dormir praticamente todas as noites, estrutura montada dobrando e entrelaçando galhos e folhas no alto das árvores, formando uma espécie de ninho robusto o suficiente para sustentar o peso do animal durante o sono.

Esse processo de construção diária costuma levar poucos minutos, tempo relativamente curto considerando a complexidade da estrutura final, resultado de um comportamento aprendido e repetido ao longo de toda a vida do animal desde os primeiros anos observando adultos da própria espécie.

Construir a cama no alto das árvores oferece ao orangotango proteção direta contra predadores terrestres, que teriam dificuldade em alcançar uma plataforma situada a uma altura considerável em relação ao solo da floresta.

Além da proteção contra predadores, a posição elevada também ajuda a evitar áreas mais úmidas próximas ao solo, condição que contribui para um sono mais confortável e menos exposto a variações de temperatura e umidade típicas do nível inferior da floresta tropical.

Uma das soluções improvisadas mais notáveis observadas em orangotangos é a criação de uma espécie de esponja a partir de folhas mastigadas, ferramenta usada especificamente para absorver água presente em buracos estreitos de árvores, locais onde beber diretamente seria fisicamente impossível.

Depois de mastigar as folhas até formar uma massa capaz de absorver líquido, o orangotango introduz esse material no buraco com água, deixa que ele absorva o líquido disponível e então o retira para sugar a água acumulada, solução prática que contorna a limitação física de acessar espaços estreitos demais para a boca do animal.

Além da esponja de folhas, diferentes populações de orangotangos já foram observadas utilizando outras soluções improvisadas, como gravetos usados para extrair insetos de frestas estreitas ou folhas grandes utilizadas como uma espécie de proteção contra chuva enquanto se deslocam entre árvores.

Esse repertório de ferramentas varia de acordo com a população específica observada, o que sugere que muitas dessas soluções não são comportamentos universais da espécie, mas sim conhecimentos desenvolvidos e transmitidos localmente entre grupos específicos de orangotangos em diferentes regiões.

A variação no uso de ferramentas entre diferentes populações de orangotangos é frequentemente associada à transmissão cultural entre indivíduo

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

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