Substitutivo ao PL 5.960 mede política digital pela capacidade que deixa no país
O Substitutivo ao PL 5.960/2025 , apresentado na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados , parte de uma pergunta pouco comum na política tecnológica brasileira: o que permanece quando o incentivo termina? O país sabe criar fundos, conceder crédito, reduzir tributos e comprar tecnologia.
Mas, se a empresa não aprende a adaptar o que adquiriu, o órgão público continua dependente do fornecedor e o conhecimento desaparece com a equipe: houve gasto, não necessariamente desenvolvimento. [1] Conheça o JOTA PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transparência e previsibilidade para empresas Esse é o aspecto mais relevante do substitutivo.
Seu centro não está em um novo benefício fiscal nem em uma lista de tecnologias prioritárias.
Está na tentativa de construir as condições para que recursos dispersos se transformem em capacidade nacional: dados reutilizáveis, infraestrutura computacional, padrões técnicos, compras de inovação e cooperação entre empresas, universidades, laboratórios e Estado.
O trabalho recente de Paulo N.
Figueiredo e Marcela Cohen ajuda a explicar essa diferença.
Os autores investigam como empresas de mercados emergentes deixam de ser usuárias ou imitadoras e acumulam capacidade de inovação.
A resposta não está apenas no capital disponível ou no ambiente econômico.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.jota.info — o conteúdo pertence a JOTA.