Michelle encenou “pacificação” com Flávio após apelo de Bolsonaro – e não disfarçou o descontentamento
O rosto fechado e o beijo no ar de Michelle Bolsonaro após a gravação do vídeo em que aparece orando ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) não passou de uma encenação, que só foi produzida após Jair Bolsonaro (PL) implorar para que a ex-primeira-dama fizesse uma aparição pública ao lado do filho no início da campanha presidencial.
Em seu apelo, o ex-presidente teria dito a Michelle que ela também seria atingida com o esfacelamento do bolsonarismo.
Após partidos aliados do Centrão, como PP, União e Republicanos, se negarem a apoiar Flávio, Bolsonaro teme que uma eminente derrota do filho colocaria todo o clã em risco.
Michelle, por sua vez, busca assumir o protagonismo de um movimento próprio na ultradireita, com figuras oriundas do bolsonarismo, mas que foram execradas pelos enteados, como Nikolas Ferreira (PL-MG), Damares Alves (Republicanos) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem ainda nutre o sonho de compor uma chapa presidencial.
Descontentamento evidente O descontentamento de Michelle ao atender o apelo do marido pode ser visto nos vídeos em que aparece constrangida ao lado do “enteado há 19 anos”.
Após a gravação do vídeo, que deve ir ao ar na estreia da propaganda eleitoral gratuita de Flávio, a ex-primeira-dama puxou uma roda de oração ao lado do enteado para encenar a pacificação.
“Eu faço uma adaptação.
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