'Presenteísmo': por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes?
'Presenteísmo': por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes? Trabalhar mesmo doente, ignorar sintomas e seguir a rotina apesar da recomendação médica é uma realidade para muitos brasileiros. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 André Cabral, de 45 anos, é um deles.
Com 25 anos de atuação no setor de bares e restaurantes, enfrentou jornadas de até 15 horas por dia e colocou o trabalho acima da própria saúde, mantendo as atividades mesmo quando estava doente — comportamento que caracteriza o "presenteísmo". 🤔 Mas o que é presenteísmo? É o fenômeno em que o trabalhador continua exercendo suas funções mesmo sem condições físicas ou mentais adequadas.
Embora esteja presente no ambiente de trabalho — ou conectado durante o expediente —, não consegue desempenhar plenamente suas atividades.
Durante sete anos, André atuou como gerente-geral de uma rede de restaurantes e açougues em São Paulo, em que era responsável por cerca de 100 funcionários.
As jornadas frequentemente ultrapassavam 12 horas por dia e, em algumas ocasiões, chegavam a 36 horas seguidas.
"Eu passei praticamente seis anos trabalhando loucamente, no mínimo 12 a 15 horas por dia, muitas vezes sem folga", relata.
Mesmo quando adoecia, evitava se afastar porque acreditava que sua ausência comprometeria a operação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.