Quais são as acusações feitas contra a startup de Selena Gomez em processo milionário
Selena Gomez está de volta aos holofotes, mas não por causa de uma música ou de um filme (como seria o esperado).
Desta vez, porém, a cantora e atriz se encontra no centro de uma nova disputa judicial .
Investidores da startup de saúde mental Wondermind , fundada por Selena em sociedade com sua mãe, entraram com uma ação alegando que foram induzidos a investir quase US$ 1,2 milhão (R$ 6,2 milhões) com base em informações falsas sobre a situação e os projetos da empresa.
O que diz o processo que envolve a startup de Selena Gomez Os autores da ação dizem que escolheram investir na companhia após terem sido informados de que ela teria a infraestrutura necessária para operar.
Além disso, a empresa também teria liderança adequada, parcerias estratégicas e contratos de publicidade.
Contudo, eles alegam que essas “representações eram falsas”.
Os autores também citam uma reportagem publicada em 2025 pela revista The Cut, que detalhava alegações de má gestão da empresa e abuso de substâncias por Mandy Teefey , mãe de Selena Gomez .
Ainda, haveria “aparentes esforços” de Selena para se distanciar da companhia em meio a um suposto afastamento da mãe.
A matéria também afirma que Teefey já sabia, desde 2023, que a situação financeira da empresa era insustentável e que ela e Selena Gomez teriam injetado US$ 8 milhões de recursos próprios para tentar mantê-la operando.
A ação também faz referência a uma reportagem da Forbes que concluiu que Daniella Pierson , cofundadora da Wondermind, teria exagerado o alcance e a avaliação financeira de sua newsletter de lifestyle .
Mandy Teefey informou aos investidores que Pierson havia “desviado recursos de investidores” após a publicação da matéria da Forbes.
Pierson é a única ré mencionada em uma acusação adicional de fraude em valores mobiliários, que a acusa de fornecer informações falsas sobre as perspectivas de crescimento da empresa para incentivar investidores a comprarem ações.
Ela também responde sozinha por acusações de apropriação indevida de recursos e enriquecimento sem causa, ambas relacionadas ao suposto uso de dinheiro de investidores para despesas pessoais.
Todos os réus são acusados de terem induzido fraudulentamente os investimentos dos autores da ação.
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