Juventus apela a goleiros 'tapa-buracos' e se arma para ter Alisson em 2027
A Juventus não realizou o sonho de contratar Alisson nesta janela de transferências. Mas isso não significa que o clube italiano tenha desistido de ter o brasileiro defendendo a sua meta.
Depois de conversas iniciais em que ficou claro que o goleiro pretendia permanecer no Liverpool nesta temporada, a equipe de Turim adotou uma nova estratégia.
A ideia bianconera é tentar contar com Alisson daqui um ano e sem ter de pagar nada por seus direitos econômicos.
O titular do gol do Brasil nas últimas três Copas do Mundo cumpre atualmente a última temporada do vínculo com o Liverpool. A partir de janeiro, estará livre para assinar um pré-contrato com qualquer clube que bem entender, comprometendo-a completar a transferência em julho.
Com Alisson no radar para 2027, a Juve decidiu resolver seu problema imediato no gol com soluções temporárias.
O clube italiano contratou dois goleiros nesta janela, o italiano Guglielmo Vicario (Tottenham) e o polonês Kamil Grabara (Wolfsburg), mas ambos por empréstimo de apenas um ano.
Os dois acertos contam com cláusulas de opção de compra. Ou seja, a Juve pode pagar um valor pré-fixado para permanecer com os arqueiros "em definitivo" após o fim desse acordo inicial.
Mas essas operações só devem ser ativadas em um dos desses três cenários: caso um desses goleiros tenha um desempenho bem acima do esperado, se Alisson não for contratado ou na hipótese de o clube decidir investir em um reserva para o brasileiro.
O alvo da Juventus para vestir a camisa que já foi de Gianluigi Buffon tem história no futebol italiano.
Antes de se transferir para o Liverpool, em 2018, Alisson jogou durante duas temporadas na Roma. A passagem costuma ser lembrada pelas atuações de gala do goleiro, que levaram a equipe às semifinais da Liga dos Campeões da Europa 2017/18, sua melhor campanha neste século.
A nova temporada do Italiano começou no fim de semana passado e tem os jogos da segunda rodada espalhados entre ontem e segunda-feira.
A Inter de Milão é a atual campeã nacional e a segunda maior vencedora da história do Calcio. Com 21 títulos, ainda está distante da Juventus, que já levantou o troféu em 36 oportunidades.
As novidades da primeira divisão da Itália para esta edição são as presenças de Venezia, Frosinone e Monza, que conquistaram o acesso em 2025/26. Por outro lado, Cremonese, Hellas Verona e Pisa acabaram rebaixados e agora estão fora da elite.
O país que foi a grande ausência das três últimas edições da Copa do Mundo terá quatro representantes na Liga dos Campeões da Europa. Além da Inter, Napoli, Roma e o estreante Como também estarão na principal competição interclubes do planeta.
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