A comemoração de Richarlison sobre a derrota de Flávio Bolsonaro, com quem disputa mansão em Angra
O atacante Richarlison, da Seleção Brasileira e do Tottenham, comemorou a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).
O jogador publicou nas redes sociais uma montagem em que aparece com o rosto do presidente reeleito tatuado nas costas, ao lado de Neymar, Ronaldo Fenômeno e de sua própria imagem.
A publicação ganhou repercussão por ocorrer em meio à disputa envolvendo Richarlison, o senador e o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio, por uma mansão avaliada em aproximadamente R$ 10 milhões na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro.
Na imagem divulgada no Instagram, produzida digitalmente, Lula aparece sorrindo ao lado dos jogadores homenageados na tatuagem original do atacante.
A postagem foi acompanhada de emojis da bandeira brasileira e de um coração, além da mensagem “Você fez o Brasil sorrir”.
A comemoração também recebeu uma reação de Neymar, que manifestou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro durante a campanha eleitoral.
O jogador do Santos comentou a publicação com um emoji de gargalhada, interação que acumulou milhares de curtidas.
Veja a publicação de Richarlison: https://www.instagram.com/p/De79oFzILe0/ Richarlison acusa amigo de Flávio Bolsonaro de tomar mansão em Angra A manifestação do atacante ocorreu após semanas de acusações públicas contra Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz por causa de uma propriedade de luxo situada na Ilha Comprida.
Richarlison afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões na aquisição de direitos de ocupação, reformas e manutenção do imóvel.
Segundo o jogador, a negociação começou em 2020, quando ele e seus sócios adquiriram os direitos sobre a mansão.
O terreno pertence à União, o que significa que o negócio envolvia direitos de ocupação, e não a propriedade definitiva da área.
Richarlison relata que recebeu propostas para vender o imóvel, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas decidiu não negociar.
Posteriormente, a posse foi reconhecida em favor de uma empresa vinculada a Willer Tomaz.
“Eu não quis vender a ilha para ele.
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