quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› O que tá rolando hoje: Luto na ciência e um ChatGPT que cria mapas› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› Google Cloud lança agente de IA para escritórios
Últimas

Por que tirar um voto do rival vale por dois no 2º turno, de acordo com CEO de instituto de pesquisa

Veja ·
Por que tirar um voto do rival vale por dois no 2º turno, de acordo com CEO de instituto de pesquisa

A disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial pode ser definida por uma conta simples: conquistar um eleitor do adversário representa, na prática, uma diferença de dois votos.

A explicação é de Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, que analisou os primeiros levantamentos após o primeiro turno em entrevista ao programa VEJA em Foco , apresentado por Marcela Rahal.

Segundo ele, a dinâmica de uma disputa entre apenas dois candidatos torna especialmente importante a capacidade de convencer eleitores que já escolheram um lado.

“O segundo turno é uma contagem, muitas vezes é uma contagem de basquete.

Quando você tira o voto de alguém e ganha esse voto, a contagem é dobrada”, afirmou Tokarski.

Isso acontece porque a mudança de preferência reduz em um voto o total do adversário e acrescenta outro ao candidato que conquistou o eleitor.

Na avaliação do especialista, esse mecanismo ajuda a explicar por que uma diferença nas pesquisas pode diminuir rapidamente, mesmo sem uma grande movimentação do eleitorado.

Lula x Flávio: surpresas e reviravoltas da corrida eleitoral Continua após a publicidade Por que a transferência de votos pode mudar a eleição? A primeira pesquisa Datafolha divulgada após o primeiro turno mostrou Flávio Bolsonaro com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula, em situação de empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Tokarski observou que a vantagem numérica do senador passou de aproximadamente dois pontos no resultado do primeiro turno para quatro pontos no levantamento.

Apesar disso, ressaltou que a diferença não é definitiva e pode ser alterada durante a campanha.

Na avaliação do CEO da Nexus, Lula enfrenta o desafio de recuperar terreno diante de um adversário que recebeu novos apoios políticos e que, segundo os primeiros levantamentos, estaria atraindo uma parcela maior dos eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno.

Tokarski prevê uma campanha mais agressiva, especialmente diante da necessidade de o presidente convencer eleitores a mudar de posição ou reduzir a disposição de votar no adversário.

A possibilidade de transferência direta de votos, porém, não é o único fator que pode influenciar o resultado.

O que pesa mais: os apoios políticos ou a rejeição aos candidatos? Embora Flávio Bolsonaro tenha recebido manifestações de apoio de antigos concorrentes e de partidos políticos, Tokarski considera que a migração de votos não decorre necessariamente dessas alianças.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›