Gerenciado por Gusttavo Lima: cantor emociona ao contar como voltou aos palcos com apoio de amigos
Cantor conta como voltou para música após quase desistir da carreira O cantor Zé Elias, gerenciado por Gusttavo Lima, contou ao g1 que os amigos o ajudaram a retomar a carreira após quase desistir da música durante a pandemia de covid-19.
Atualmente, o artista é conhecido pelo projeto "Serestão do Zé" e se prepara para se apresentar pela primeira vez na Festa do Peão de Barretos, em São Paulo. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp No fim de 2025, durante uma live, Gusttavo Lima presenteou o cantor com um ônibus personalizado com o nome "Serestão do Zé", projeto musical de seresta e arrocha.
Zé Elias passou a integrar o quadro da Balada Music, escritório artístico do embaixador.
Durante a gravação do DVD do artista, Gusttavo participou de duas faixas: "Volte amor" e "Retrovisor" Atualmente, ele conta com quase 700 mil ouvintes mensais no Spotify e 450 mil seguidores no Instagram.
Atualmente, Zé Elias é gerenciado por Gusttavo Lima Reprodução/Instagram de Zé Elias LEIA TAMBÉM: Gusttavo Lima distribuía CDs em restaurante no início de carreira, relembra empresário Policiais militares chegam de helicóptero a fazenda de Gusttavo Lima para fazer convite ao cantor; vídeo Gusttavo Lima aparece de surpresa em bar de Goiânia e faz show com participações de Felipe Araújo e Hungria; vídeo Conheça a trajetória do artista Zé Elias cantou e dançou sem perder o pique durante sua apresentação no Ribeirão Rodeo Music 2026 Érico Andrade/g1 Natural de Linhares, no Espírito Santo, Zé atualmente vive em Goiânia.
Ao g1, ele contou que começou a cantar ainda na infância, aos 6 ou 7 anos, acompanhando o pai, Elias Wagner.
Aos 14 anos, o jovem decidiu começar a construir a própria trajetória.
“Eu comecei a querer fazer os meus shows, quis fazer minhas coisas sozinho, né? Sempre quis ganhar meu dinheirinho”, disse.
Foi quando passou a tocar em bares, depois de ganhar um violão do pai.
Na sequência, montou uma banda para se apresentar em casas de shows e também passou a fazer apresentações no formato voz e violão.
De acordo com o cantor, os pedidos do público para que tocasse forró fizeram com que ele também começasse a se apresentar com teclado.
“O pessoal gostou muito do forrozinho e eu lancei um projeto chamado ‘Forrozão do Elias Filho’”, relatou.
O projeto começou a ganhar espaço justamente quando começou a pandemia.
Na época, ele já havia investido em equipamentos para os shows e comemorava a evolução do cachê, que tinha saído de cerca de R$ 100 ou R$ 150 para valores entre R$ 500 e R$ 600.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.