sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Mais de 1,4 milhão de palestinos estão no mapa da fome por conta do bloqueio israelense› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta› Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a empresa nos EUA que vende sistema para manipular eleições, diz site› A batalha das identidades entre petismo e bolsonarismo› Davi e o Golias digital› Minha Casa, Minha Vida: como Lula levou o sonho da casa própria a milhões de brasileiros› Papa Leão 14 pede cessar-fogo em cidade ucraniana durante conversa com Putin› Estudantes tomam as ruas da Itália contra governo de Meloni: ‘dinheiro para escolas, não para a guerra’› Catar anuncia construção de usina solar no Líbano para enfrentar crise energética› Transmissão ao vivo de Manchester City x Ipswich Town pelo Inglês: veja onde assistir› Mais de 1,4 milhão de palestinos estão no mapa da fome por conta do bloqueio israelense› TSE aprova restrições para canais eleitorais no WhatsApp após denúncias contra Meta› Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a empresa nos EUA que vende sistema para manipular eleições, diz site› A batalha das identidades entre petismo e bolsonarismo› Davi e o Golias digital› Minha Casa, Minha Vida: como Lula levou o sonho da casa própria a milhões de brasileiros› Papa Leão 14 pede cessar-fogo em cidade ucraniana durante conversa com Putin› Estudantes tomam as ruas da Itália contra governo de Meloni: ‘dinheiro para escolas, não para a guerra’› Catar anuncia construção de usina solar no Líbano para enfrentar crise energética› Transmissão ao vivo de Manchester City x Ipswich Town pelo Inglês: veja onde assistir
Economia

Bloqueio de celulares nos presídios fica mais ágil após decreto do governo federal

InfoMoney ·
Bloqueio de celulares nos presídios fica mais ágil após decreto do governo federal

O bloqueio de celulares dentro de presídios tornou-se mais ágil desde a terça-feira passada (13), quando um decreto do governo federal passou a permitir que o uso de aparelhos identificados seja neutralizado sem necessidade de decisão judicial.

O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a implementar o novo mecanismo.

Na quarta-feira, um dia depois da publicação da medida no Diário Oficial da União, policiais penais federais e estaduais conduziram uma fase da operação Modo Avião, que identificou 143 aparelhos em penitenciárias fluminenses.

Os dados foram inseridos na plataforma da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e, na quinta-feira, os equipamentos estavam inoperantes.

Antes, a Secretaria estadual de Polícia Penal (Seppen) precisava recorrer à Justiça para levar adiante o bloqueio.

Isso vinha sendo feito por meio de parcerias da pasta com o Tribunal de Justiça e o Ministério Público, mas o processo era mais lento.

A identificação dos celulares realizada esta semana nos presídios do Rio foi feita a partir de um aparelho de tecnologia israelense conhecido por aqui pela sigla Etre (Equipamento Tático de Revista Eletrônica).

No ano passado, o governo federal comprou 15 modelos por R$ 3,8 milhões cada — gastou R$ 57 milhões no total.

São instrumentos portáteis, que cabem em mochilas e podem rastrear qualquer tipo de dispositivo que utilize chips de operadoras de celular.

Além dos telefones, entram na mira relógios eletrônicos e até roteadores de wi-fi.

Leia mais: SUS da Segurança, fim da “saidinha” e confisco de bens: o que prevê a nova PEC Inteligência penal Mais modernos que similares usados no país, os Etres têm capacidade para identificar chips com tecnologia 5G e são calibrados para atingir um raio de cerca de 700 metros, o que diminui o risco de que sejam rastreados celulares fora dos muros do presídio.

A operação é feita por policiais penais federais e seus pares no estado.

“É o estado que solicita uma ação da Modo Avião.

Nós montamos a operação e fazemos o rastreio junto com os agentes locais.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›