O número que Felipe Nunes da Quaest destaca e que pode mudar a eleição
A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostrou um cenário praticamente dividido quando os eleitores são questionados sobre o medo em relação aos dois principais candidatos à Presidência da República.
Segundo o levantamento, 43% dos entrevistados afirmam ter medo da continuidade do governo Lula, enquanto 42% dizem temer a volta de um Bolsonaro à Presidência.
Para 7%, o medo é tanto de Flávio Bolsonaro quanto de Lula no Planalto.
Outros 3% afirmam não ter receio de nenhum dos dois candidatos, e 5% não souberam ou não quiseram responder.
Felipe Nunes destaca dado do Bolsa Família Ao comentar os resultados da pesquisa, o diretor da Quaest, Felipe Nunes, chamou atenção para um recorte específico entre os beneficiários do Bolsa Família.
Nesse grupo, 59% afirmam ter medo de Flávio Bolsonaro na Presidência, enquanto 29% dizem ter medo de Lula.
Outros 4% têm medo tanto de Flávio quanto de Lula, 3% não têm medo de nenhum dos dois e 5% não souberam ou não quiseram responder.
Segundo a explicação de Nunes, esse é um dado que merece atenção na reta final da campanha e pode trazer surpresas na disputa eleitoral, diante da diferença registrada entre os beneficiários do programa social.
Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por GloboNews (@globonews) Quaest mantém resultados na margem de erro entre Lula e Flávio Bolsonaro Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostra um cenário de empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tanto no primeiro quanto no segundo turno.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 20 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno No cenário estimulado de primeiro turno, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 37% e Flávio Bolsonaro, com 33%.
A diferença está no limite da margem de erro de dois pontos percentuais.
Na pesquisa anterior, divulgada uma semana antes, Lula marcava 36% e Flávio Bolsonaro, 31%.
O senador fluminense oscilou dois pontos percentuais para cima, enquanto Lula avançou um ponto.
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