Diagnosticada aos 24 anos, jovem convive com doença rara que imita o Parkinson
Diagnosticada aos 24 anos, jovem convive com doença rara que imita o Parkinson Maria Teresa tinha 24 anos quando a perna esquerda parou de responder no meio de um dia comum.
Ela estava morando pela primeira vez sozinha, encarando a nova rotina da faculdade, quando veio o diagnóstico.
Descobriu que tem síndrome parkinsoniana.
O nome é dado a um conjunto de sintomas que lembram o Parkinson, mas que, em pacientes jovens como ela, evolui de forma mais agressiva, com menor resposta aos tratamentos convencionais.
Maria Teresa conta que os primeiros sintomas apareceram em 2023, numa volta para casa da faculdade, quando percebeu que estava mancando.
No começo, achou que era algo muscular, por causa da academia.
Porém, o incômodo não passava, e o pai insistiu para que ela buscasse um médico — acabou marcando consulta com um neurologista.
Nas primeiras consultas, ela ainda achava que podia se tratar de algo simples, mas o primeiro médico já disse que o que ela tinha podia ser Parkinson, embora tenha evitado fechar qualquer diagnóstico por causa da idade dela.
A palavra tirou o chão dela e da família, ainda que não fosse certeza.
Ele falava que eu era muito nova, que era melhor esperar por mais exames.
Mas os sintomas foram piorando, eu fui perdendo o controle dos movimentos das pernas e, em três meses, veio a confirmação: era síndrome parkinsoniana.
Hoje, ela compartilha a rotina de quem vive com uma doença rara, sem cura e segue apaixonada pela atividade física.
Maria em uma corrida em março, depois de passar por uma cirurgia no cérebro Arquivo Pessoal O que é síndrome parkinsoniana? Maria Teresa tinha tremor involuntário.
Ela conta que tarefas simples do dia a dia ficaram difíceis, porque já não era mais possível manter o controle sobre o próprio corpo.
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