Como funcionam os “adesivos de espinha”, febre entre a Geração Z
Corações, estrelas, flores e até cerejas.
O que antes era motivo de desconforto e pressa para esconder sob camadas de maquiagem, hoje virou um acessório de autocuidado entre os jovens .
Os chamados acne patches (ou adesivos de espinha) tornaram-se uma verdadeira febre entre os jovens das gerações Z e Alpha, que assumiram o tratamento de suas imperfeições cutâneas de maneira colorida.
Mas afinal, como essas pequenas películas funcionam, e o que dizem os especialistas sobre essa tendência de cuidados com a pele? Leia Mais Veja 5 ativos do skincare que estão ganhando espaço no universo capilar Problemas de pele afetam crianças que usam tecnologias para tratar diabetes Skincare infantil: especialistas alertam para riscos e cuidados Os adesivos mais comuns e tradicionais no mercado são compostos de hidrocolóide .
“Eles ajudam a secar a lesão que já existe porque criam um ambiente que fica ali fechadinho, facilitando a cicatrização e também ajudando o paciente a não manipular as lesões”, explica Alessandra Romiti , médica dermatologista e assessora do Departamento de Cosmiatria da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) .
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