Anvisa apreende Botox falsificado e proíbe cosméticos vendidos pela internet
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão de unidades falsificadas do medicamento à base de toxina botulínica e proibiu a venda e o uso de cosméticos, medicamentos manipulados e produtos à base de metais coloidais.
As medidas foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União) desta quinta-feira (27).
Também foi determinado o recolhimento de quatro lotes de suplementos da marca Suplemed.
Cada produto foi atingido por um motivo diferente, que vai da ausência de regularização sanitária à falsificação de medicamento.
Dysport - O caso mais grave envolve o Dysport 500U, medicamento à base de toxina botulínica usado em tratamentos médicos e procedimentos estéticos.
A Anvisa determinou a apreensão e proibiu a comercialização, distribuição e utilização do lote P22686.
Segundo a resolução, a Beaufour Ipsen Farmacêutica, detentora do registro, informou que o lote não existe e nunca foi importado pela empresa.
O rótulo também apresenta características diferentes das utilizadas no produto original distribuído no Brasil.
Com isso, a agência classificou as unidades como falsificadas.
Cosméticos e cola - A agência proibiu todos os lotes de 37 cosméticos da Bunny vendidos pelo site da marca sem regularização.
A lista inclui body splashes, cremes corporais, esfoliantes, sabonetes, géis de banho e aromatizadores.
A Premium Elite Glue HS-16 também teve fabricação, importação, venda, propaganda e uso proibidos por falta de regularização.
O documento não informa para qual finalidade a cola é utilizada.
Portanto, não vale afirmar que seja cola para cílios sem confirmação.
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