Soldado que fugiu com fuzil é preso em Pernambuco; arma segue sumida
O soldado do Exército Pedro Gabriel Bezerra do Nascimento, de 20 anos, foi preso na madrugada desta quarta-feira (21/10), após quatro dias de buscas em Pernambuco .
O militar era procurado desde sábado (17/10), quando deixou o quartel onde prestava serviço, no Recife, levando um fuzil de calibre 7,62 milímetros e 20 munições.
O armamento ainda não foi recuperado.
As primeiras informações indicavam a localização do soldado em Goiana, na Zona da Mata Norte do estado, por volta de 1h.
Segundo a defesa, Pedro Gabriel se apresentou voluntariamente às autoridades, após a Justiça Militar da União determinar sua prisão preventiva.
Em nota enviada ao Correio , o Comando Militar do Nordeste informou que a 7ª Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH), localizada em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, recebeu informações sobre o paradeiro do soldado.
Durante as diligências, os advogados entraram em contato com a unidade policial para comunicar que ele se entregaria.
O comunicado também esclarece que a apresentação ocorreu diante da possibilidade de prisão iminente.
"Verificando a iminência da prisão, a defesa do Soldado fez contato com a 7ª DPH, informando que o militar se apresentaria naquela unidade policial." Após o cumprimento do mandado de prisão, Pedro Gabriel foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, na região central do Recife, para a realização de exame de corpo de delito.
Em seguida, foi levado ao 4º Batalhão de Polícia do Exército (BPE), conhecido como Batalhão João Fernandes Vieira, localizado às margens da BR-232, no bairro do Curado, onde permanece detido.
Entenda o caso Pedro Gabriel integrava o efetivo do 7º Depósito de Suprimento do Exército, localizado no bairro do Cabanga, na região central do Recife.
Na madrugada de sábado, o militar estava escalado para o serviço de sentinela quando deixou a instalação sem autorização, levando o armamento individual utilizado durante o expediente.
O desaparecimento foi percebido durante uma troca de turno, o que levou o Exército a iniciar as buscas pelo soldado e pelo material militar.
A ocorrência também motivou a abertura de um Inquérito Policial Militar (IPM), destinado a esclarecer as circunstâncias da saída do quartel e o paradeiro do fuzil e das munições.
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