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Guarda civil é preso suspeito de agredir e manter companheira em cárcere em Campo Grande

G1 Mato Grosso do Sul ·
Guarda civil é preso suspeito de agredir e manter companheira em cárcere em Campo Grande

Violência contra mulher: como pedir ajuda O guarda civil metropolitano Wesley Henrique de Alencar Domingos, de 35 anos, foi preso preventivamente após ser denunciado por suspeita de violência doméstica, cárcere privado e violência psicológica contra a companheira, no bairro Nova Lima, em Campo Grande.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil na quinta-feira (17), depois que investigadores passaram a acompanhar a movimentação em frente à residência onde o casal morava.

O suspeito deixava o imóvel por volta das 5h40, quando foi abordado pela equipe policial. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 não localizou a defesa dele.

Em audiência de custódia realizada na sexta-feira (18), a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.

A denúncia chegou à delegacia no dia anterior por meio de uma testemunha.

A pessoas que fez a denúncia relatou que a mulher estaria sendo impedida de sair de casa por medo do companheiro, descrito como uma pessoa agressiva.

Ainda conforme o relato, o suspeito monitoraria a companheira por meio das câmeras de segurança instaladas na residência.

A situação teria feito com que ela deixasse de frequentar, por alguns dias, as aulas da faculdade.

Durante o atendimento, a testemunha contou à polícia que a mulher teria sido agredida fisicamente dias antes da denúncia.

Na delegacia, a mulher informou à polícia que o companheiro não possui arma de fogo e não teria fácil acesso a uma.

Ela também manifestou interesse em representar criminalmente contra ele e pediu medidas protetivas de urgência.

Guarda foi afastado das funções A Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (SESDES) informou que o servidor foi afastado preventivamente das funções por 60 dias.

A medida foi determinada por resolução publicada em 17 de setembro e está relacionada a um procedimento administrativo instaurado para apurar o caso.

Em nota, a SESDES afirmou que a ocorrência continua sendo investigada pelos órgãos competentes e que serão respeitados o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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