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Renan explica por que rejeitou reunião com Toffoli

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Renan explica por que rejeitou reunião com Toffoli

O candidato à Presidência pela Missão, Renan Santos, explicou nesta terça-feira, 1º, por que a equipe jurídica do partido não comparecerá à reunião com o gabinete do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, que suspendeu sua campanha na segunda, 31. Renan sugeriu que uma eventual conversa poderia resultar em um pedido de Toffoli...

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O candidato à Presidência pela Missão, Renan Santos , explicou nesta terça-feira, 1º, por que a equipe jurídica do partido não comparecerá à reunião com o gabinete do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli , que suspendeu sua campanha na segunda, 31.

Renan sugeriu que uma eventual conversa poderia resultar em um pedido de Toffoli para que o partido deixasse de criticar os escândalos envolvendo o Banco Master .

“Estranhamente, entretanto, o ministro não cancelou a reunião que foi solicitada e haveria uma reunião que seria feita entre o nosso advogado e o gabinete dele hoje. Eu conversei com o nosso time, e vendo o momento do Brasil, vendo o momento em que o senhor Alexandre de Moraes [do STF], que está envolvido até o pescoço no escândalo do Banco Master, vendo como funcionam as grandes reuniões em Brasília, a forma como as coisas são decididas no Brasil… são sempre grandes reuniões, fechadas, jantares, festas em Trancoso.

Festas pouco republicanas desta natureza, que a gente não decidiu de ter uma reunião com ele, de colocar a nossa cabeça dentro da boca do leão para que ele possa nos colocar, depois de cancelar minha candidatura, e avisar que não iria remeter ao plenário, para que ele possa, eventualmente – preciso ser muito cuidadoso com minhas palavras – obter uma conversa que nos coloque em um lugar, tô colocando aqui apenas no terreno das hipóteses, que nos faça não ter mais opiniões políticas do Banco Master e que dome um evento que tem 12 anos de um partido político mais ativo às críticas do Banco Master.”

Segundo Renan, Toffoli está “envolvido até o pescoço” no escândalo do Master.

“Eu não reconheço Dias Toffoli como ministro. Ele está ocupando uma cadeira ilegítima no TSE”, afirmou.

A Missão protocolou esta terça-feira, 1º, um mandado de segurança no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a decisão do ministro Dias Toffoli que impôs medida cautelar à campanha.

Na segunda, 31, Toffoli determinou a suspensão da realização de propaganda eleitoral da chapa majoritária da Missão por meio de quaisquer endereço eletrônico de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet parecidas não informados no tempo correto à Justiça Eleitoral.

Além disso, a suspensão de repasses de recursos do fundo eleitoral à chapa majoritária e da realização de gastos com eventuais recursos já repassados; e a suspensão do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou quaisquer outros meios de comunicação.

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