sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA Meta é denunciada por publicidade abusiva em escolas de SP Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA Meta é denunciada por publicidade abusiva em escolas de SP Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte
Últimas

Mudanças climáticas podem alterar risco de gelo atmosférico na aviação

UOL Notícias ·
Mudanças climáticas podem alterar risco de gelo atmosférico na aviação

Agência de aviação da Europa analisa os riscos do gelo atmosférico para a aviação e aponta lacunas em dados, previsão meteorológica e modelos climáticos

A agência de aviação civil da Europa (EASA) publicou na última terça-feira (18), um novo relatório sobre o estado do conhecimento científico a respeito do gelo atmosférico e seus possíveis impactos sobre a aviação em um cenário de mudança climática.

O estudo, desenvolvido no âmbito da European Network on Impact of Climate Change on Aviation (EN-ICCA), avalia as condições meteorológicas associadas ao fenômeno, os fatores que determinam sua intensidade e a vulnerabilidade de diferentes tipos de aeronaves e fases do voo.

O gelo atmosférico pode se formar em aeronaves quando estas atravessam determinadas condições meteorológicas, incluindo ambientes com gotículas de água super-resfriadas, cristais de gelo e condições de fase mista. A acumulação de gelo pode alterar o desempenho aerodinâmico, afetar a confiabilidade de motores e representar um fator de risco para a segurança operacional.

O relatório da EASA também analisa os mecanismos atualmente empregados pela indústria e pelos operadores para reduzir esses riscos. Entre eles estão requisitos de projeto e certificação das aeronaves, procedimentos operacionais e sistemas de previsão meteorológica.

Apesar dos avanços nas capacidades de previsão meteorológica, a EASA identifica lacunas relevantes na capacidade de caracterizar determinados ambientes de formação de gelo. Entre os principais desafios estão a previsão da intensidade do congelamento e a identificação das condições envolvendo cristais de gelo durante o voo.

A disponibilidade limitada de observações meteorológicas, a resolução dos modelos e a representação da microfísica das nuvens também podem comprometer a avaliação precisa das condições de gelo atmosférico.

Essas limitações são particularmente relevantes porque a formação e a intensidade do gelo dependem da interação de diferentes variáveis atmosféricas, incluindo temperatura, conteúdo de água líquida, concentração de cristais de gelo e características das nuvens.

O estudo também avalia como a mudança climática poderá modificar o risco associado ao gelo atmosférico. Segundo a EASA, as evidências disponíveis sobre tendências futuras ainda são limitadas, mas pesquisas preliminares indicam que alterações climáticas podem modificar a frequência, a altitude e a intensidade de determinadas condições de congelamento.

A agência ressalta que ainda não há base científica suficiente para estabelecer uma tendência futura abrangente para todos os tipos de gelo atmosférico relevantes para a aviação. O comportamento do fenômeno também pode variar conforme a região, altitude e configuração meteorológica.

Para melhorar a avaliação do risco climático, o relatório aponta a necessidade de ampliar conjuntos de dados climatológicos e aperfeiçoar os métodos de modelagem. A melhoria das observações e da representação da microfísica das nuvens é considerada relevante para aumentar a capacidade de identificar e caracterizar ambientes favoráveis à formação de gelo.

A EASA recomenda dois eixos estratégicos de trabalho.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›