Flamengo e Palmeiras provam força, e Corinthians aposta tudo na Libertadores
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Mesmo despencando na tabela do Campeonato Brasileiro , o Corinthians poupou seus principais jogadores na rodada do fim de semana de olho na partida de volta contra o Estudiantes, da Argentina, pelas quartas de final da Libertadores , nesta quarta-feira (16), às 21h30, em Itaquera.
Há uma semana, a equipe alvinegra conseguiu reagir no confronto de ida e buscou o empate fora de casa por 1 a 1, resultado que deixou aberta a disputa pela vaga na semifinal.
Sem vencer há cinco rodadas no Nacional, ocupando a 13ª posição, a apenas quatro pontos do Vasco, 17º e primeiro na zona de rebaixamento, o clube do Parque São Jorge optou por priorizar o torneio continental.
Na avaliação da comissão técnica, é a melhor opção para salvar uma temporada que começou promissora, com o título da Supercopa do Brasil sobre o Flamengo , mas agora tem o time novamente flertando com a queda no Brasileiro.
A situação expõe as carências do elenco comandado pelo técnico Fernando Diniz, sobretudo no ataque. Desde a lesão de Yuri Alberto, que não joga desde 30 de julho, a equipe ficou sem sua referência ofensiva e não conseguiu mais se encontrar em campo.
Já são 11 jogos sem o camisa 9, com apenas três vitórias, dois empates e seis derrotas. No período, a equipe amargou uma eliminação na Copa do Brasil para o Internacional —perdeu na ida por 2 a 0 e venceu na volta por 2 a 1. Assim, uma de suas três vitórias nem sequer pôde ser de fato festejada.
Com 10 gols em 11 jogos, o Corinthians tem média inferior a um gol por partida: 0,9. Nos 11 jogos anteriores, com a presença de Yuri, o time havia registrado média de 1,36, com 15 gols.
A derrota mais recente foi diante do Flamengo, no domingo (13), no Maracanã, quando Diniz poupou suas principais peças e viu o Corinthians ser dominado e pressionado durante quase todo o jogo. O 2 a 1, com o segundo gol do time rubro-negro perto do fim do tempo regulamentar, não refletiu o desequilíbrio técnico do duelo, amplamente dominado pelo time carioca.
"Se houvesse justiça, seria 10 a 1. Acabou por ser justo, acho que o adversário não mereceu outro resultado sem ser a derrota, sinceramente. Apesar de eu achar o Corinthians uma grande equipe", disse o técnico Leonardo Jardim. Foram 29 finalizações do Flamengo, contra três do Corinthians, que teve apenas uma no alvo, quando Gui Negão empatou a partida aos 33 minutos do segundo tempo.
Lucas Paquetá e Bruno Henrique marcaram pelo time carioca, que exigiu ainda sete difíceis defesas do goleiro Hugo Souza.
Diniz reconheceu a superioridade do rival e defendeu sua escalação para o jogo. "Não coloquei os jogadores [reservas] para ganharem ritmo. Ao contrário, deixei [os titulares] no banco para eles estarem bem preparados e com 100% de energia para quarta-feira. Trouxemos seis [titulares, para o banco de reservas] e quatro ou cinco ficaram em São Paulo tratando de dores", explicou.
O treinador também fez um alerta sobre o time argentino que o Corinthians vai encarar. "O Estudiantes é sempre difícil, empataram com o Flamengo lá e aqui.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.