Em crise, Ponte Preta busca Gilson Kleina para assumir como novo técnico
Sem pagamento, elenco da Ponte suspende atividades: 'Sentimento de abandono' Em meio à paralisação dos jogadores por causa dos salários atrasados e da saída de Márcio Zanardi nesta quarta-feira, a diretoria da Ponte Preta trabalha com o nome de Gilson Kleina para ser o novo técnico do time na sequência da Série B do Brasileiro. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! + Veja mais notícias da Macaca no ge Velho conhecido da torcida alvinegra, ele aceitou o desafio mesmo diante da grave crise financeira e administrativa do clube, mas a assinatura de contrato ainda depende de um acerto prometido para a manhã de quinta-feira.
Caso o combinado seja cumprido, Kleina viaja para iniciar a sexta passagem no comando da Ponte.
Quarto técnico que mais dirigiu a equipe na história, com 232 jogos, Gilson trabalhou no Majestoso em 2011/2012, 2017, 2018, 2019/2020 e 2021/2022.
Gilson Kleina na última passagem pela Ponte, entre 2021 e 2022 Diego Almeida/ PontePress Kleina teve momentos marcantes, como o acesso à elite nacional, em 2011, o vice-campeonato paulista de 2017 e a campanha que livrou a Ponte do rebaixamento na Série B de 2021, mas também participou de boa parte do rebaixamento no Paulistão de 2022 - saiu após a derrota por 3 a 0 no dérbi para o Guarani, a quatro rodadas do fim.
LEIA TAMBÉM: + Elenco da Ponte suspende atividades: "Sentimento de abandono" + Crise na Ponte: jogadores recém-contratados vão embora sem estrear + Advogado de jogadores relata desespero: "Muitos pagando para trabalhar" A ligação entre pesou no momento de Kleina considerar o convite apesar de todos os problemas enfrentados pela Ponte.
O entendimento é que não daria para virar as costas para o clube responsável pela projeção da carreira do técnico (em 2012, deixou o Majestoso ao receber uma proposta do Palmeiras) quando talvez ninguém mais topasse o desafio.
Quem substituir Márcio Zanardi vai encontrar uma situação dramática - dentro e fora de campo.
Ao anunciar a suspensão das atividades, o elenco citou que os atrasos salariais chegam a seis meses em alguns casos, disse que foram abandonados pela diretoria e que a paralisação será mantida até que as pendências sejam regularizadas.
A diretoria tenta reverter a decisão de alguns atletas para, somando aos jovens das categorias de base, ter número suficiente para voltar a treinar já nesta quinta (no período da tarde) e também evitar o W.O contra o América-MG, neste domingo, em Belo Horizonte. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Sem vencer há 18 rodadas, a Ponte amarga a lanterna da Série B, com apenas 10 pontos em 24 jogos, e caminha para um rebaixamento que parece inevitável diante do cenário caótico.
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