Coral verdadeira e falsa-coral vivem no Paraná e têm cores parecidas; veja como diferenciar nas fotos
Atraentes aos olhos pela intensidade de suas cores, as cobras corais chamam a atenção pelo padrão marcante de listras em tons de vermelho, preto e branco (ou amarelado) .
No entanto, a combinação visual não é exclusiva de apenas um grupo.
No Brasil e no estado do Paraná, coexistem a coral verdadeira e a falsa-coral , animais de famílias completamente diferentes que utilizam a mesma paleta para garantir a própria sobrevivência.
O veneno neurotóxico da coral exige atendimento médico imediato e aplicação de soro antielapídico.
Foto: Divulgação/Instituto Butantan Enquanto a verdadeira figura entre as serpentes mais venenosas do mundo, as falsas cobras corais usam a semelhança física como uma estratégia evolutiva de defesa.
Quais as características da serpente verdadeira? Pertencente à família Elapidae ( gênero Micrurus ), a coral-verdadeira é um réptil de porte pequeno a médio , medindo geralmente entre 40 centímetros e 1,6 metro .
O padrão de cores marcante dificulta distinguir visualmente a coral verdadeira e falsa-coral.
Foto: Divulgação/Instituto Butantan Cavalos-marinhos, polvos e criaturas das profundezas aparecem em imagens que revelam o fundo do mar; veja fotos As principais marcas anatômicas incluem: Corpo e cabeça : possui escamas lisas, cauda curta, cabeça oval e olhos pretos bem pequenos; Padrão de cores : na América do Sul e no Sul do país, intercala anéis pretos, vermelhos e brancos; Hábito : costuma ser uma cobra discreta, que vive sob a folhagem ou enterrada no solo.
Quais as características da falsa-coral? Uma pesquisa publicada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos ( IEMA ) apresenta algumas das características que podem ajudar na identificação: Detalhe anatômico de uma coral verdadeira e falsa-coral mostra olho proporcionalmente maior que a narina na espécie não peçonhenta.
Foto: Divulgação/IEMA-ES Falsa-coral é uma serpente com cabeça separada do corpo por um “pescoço”; Olhos bem maiores do que a narina; Cauda fina e longa.
É possível diferenciar as serpentes a olho nú? Apesar de existirem ditados populares sobre a ordem dos anéis ou das cores no corpo do réptil , especialistas alertam que a identificação visual rápida é extremamente difícil e perigosa.
A falsa-coral mimetiza (imita) os padrões de cores do gênero Micrurus justamente para assustar predadores que evitam cobras peçonhentas.
Sendo assim, o Instituto Butantan reforça que não é possível distinguir com segurança as espécies apenas olhando de longe .
Dessa forma, as principais recomendações são: Não tentar manusear o animal; Manter uma distância segura da serpente; Acionar as autoridades locais responsáveis.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.