IA impulsiona novas profissões e reforça a importância das habilidades humanas
IA para Magnific.
Arquivo FIC.
O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem despertado preocupações sobre a substituição de trabalhadores por máquinas.
Especialistas e universidades tecnológicas, no entanto, apontam para um cenário diferente.
Ao invés de eliminar profissões, a tecnologia está transformando o mercado de trabalho e criando novas oportunidades, muitas delas para áreas ainda em formação.
A tendência é que a IA assuma tarefas repetitivas e operacionais, enquanto as competências humanas ganham ainda mais relevância.
Estudos desenvolvidos por instituições de ensino e pesquisa indicam que profissionais das mais diversas áreas, como Direito, Engenharia, as da Saúde, Comunicação e Educação, precisarão desenvolver habilidades que vão além do domínio técnico.
“Pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, capacidade de resolver problemas complexos, ética, liderança e colaboração estão entre as competências mais valorizadas em um mercado cada vez mais integrado às ferramentas de Inteligência Artificial”, considera o diretor acadêmico da FIC Garanhuns (Faculdade Integrada CETE), Humberto Rochimim.
Diante desse novo cenário, especialistas destacam que o maior desafio não é competir com a tecnologia, mas aprender a utilizá-la de forma estratégica.
A rápida evolução da IA aponta para o surgimento de funções que ainda nem existem oficialmente, exigindo profissionais preparados para aprender continuamente, adaptar-se às mudanças e desenvolver capacidades que as máquinas dificilmente conseguirão reproduzir.
“Mais do que preservar cargos tradicionais, o futuro do trabalho será marcado pela combinação entre inovação tecnológica e inteligência humana”, complementa Humberto Rochimim.
Primeiro bacharelado 100% presencial em Inteligência Artificial do interior de Pernambuco, a nova graduação da FIC Garanhuns fortalece a formação de profissionais para um mercado em expansão e acompanha o crescimento do ecossistema de inovação da cidade, que exige profissionais preparados para desenvolver soluções baseadas em dados, automação e aprendizado de máquina.
A proposta da graduação é formar bacharéis capazes de desenvolver soluções tecnológicas inovadoras, utilizando algoritmos inteligentes, análise de dados e modelos computacionais para resolver problemas complexos e contribuir para a transformação digital das organizações e da sociedade.
De forma interdisciplinar, o curso usa conhecimentos de Computação, Matemática, Estatística, Ciência de Dados e Engenharia de Software como base para o desenvolvimento de competências em Inteligência Artificial.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.