Agricultura regenerativa deixa de ser agenda ambiental e ganha espaço na estratégia dos negócios
A agricultura regenerativa começa a deixar de ser tratada apenas como uma agenda ambiental para ganhar espaço nas estratégias de negócios de empresas do agronegócio e da indústria de alimentos.
O movimento combina busca por produtividade, recuperação da saúde do solo, redução de riscos climáticos, uso mais eficiente de recursos e melhoria da renda dos produtores.
Reunidos no SuperAgro 2026, evento promovido pela Exame, representantes de indústrias como Nestlé e PepsiCo Brasil, além do Instituto Arapyaú, que tem como case de sucesso o projeto da chocolateria Dengo, debateram a agricultura regenerativa e a necessidade de sustentabilidade dos negócios.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.