“Melhoramos em vários aspectos individuais e coletivos” diz Thiago Carpini após o empate contra o Grêmio
Após o empate contra o Grêmio, na última quarta-feira (7), Thiago Carpini falou sobre a importância dos quinze dias de Data Fifa para treinar e destacou a fase defensiva como um dos principais pontos de melhora do Remo nesse intervalo.
“Nós melhoramos em vários aspectos individuais e coletivos.
No individual, eu acho que a gente duela mais, está competindo mais… Eu vejo hoje um time mais compacto, mais próximo nos comportamentos sem a bola.
Tanto marcando num bloco baixo, médio e alto, eu vejo essa organização e vejo que eles estão entendendo o que a gente está pedindo para eles…” Ainda falando sobre o comportamento tático do Azulino, Carpini também comentou sobre o comportamento ofensivo da equipe e sobre uma maior posse de bola para gerar mais volume de jogo neste confronto contra o Grêmio.
“Acho que a gente tem conseguido controlar mais o jogo com a bola, o que é muito difícil na Série A… E a mudança de lado faz o adversário balançar e cria umas janelas, alguns corredores para a gente poder aproveitar, e isso aconteceu muito no segundo tempo.
A gente entende que o torcedor às vezes quer que a gente termine a jogada com velocidade, mas, se a gente entrar nesse jogo de trocação, talvez a gente vá voltar à estaca zero… Eu acho que é esse equilíbrio que a gente tem que encontrar, e acho que essas duas semanas foram importantes para isso…” Para o confronto contra o Vasco na próxima rodada, Carpini ainda falou sobre uma possível mudança na abordagem do jogo, dada a diferença na maneira como Vasco e Grêmio jogam.
“Em relação a essa questão da posse de bola, marcação pressão, eu acho que isso vai muito de acordo com o adversário.
Hoje, no Grêmio, o jogador que mais faz a bola em profundidade do Grêmio, quem que é? O goleiro.
Então, se a gente marcar pressão com dois, três, quatro, fica longe para a segunda bola.
No momento em que você salta errado em um jogador que tem muito essa capacidade, você fica muito descompacto e distante.” “Então, acho que isso vai variar de acordo com o adversário.
Agora, o Vasco é um outro cenário.
Eu acho que a gente tem capacidade de marcar mais em cima.
Eu acho que a gente se sente também mais confortável quando abaixamos as linhas, porque o Remo sempre vinha marcando assim.
Encorajá-los a correr um pouco mais para frente e agredir um pouco mais na marcação tem sido um desafio nosso, mas eu já vi muita coisa bacana acontecendo.
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