Marco Antonio Villa quebra o silêncio após ter prisão decretada
O historiador, professor e comentarista político Marco Antonio Villa se manifestou nesta sexta-feira (16) após ter a prisão decretada pela Justiça por falta de pagamento de pensão alimentícia.
Em nota oficial, ele classificou a decisão como resultado de uma “injustiça sem precedente” e afirmou que não possui condições financeiras de arcar com os valores estabelecidos judicialmente.
Segundo Villa, a pensão destinada à ex-esposa e a um de seus filhos, atualmente com 45 anos, corresponde a 20 salários mínimos mensais, além das despesas com o plano de saúde de ambos.
O comentarista afirma que, em valores atuais, a obrigação ultrapassa R$ 40 mil por mês.
“Infelizmente, nunca tive condições financeiras para arcar com essa quantia desarrazoada.
Não sou milionário, mas sim uma pessoa assalariada que labuta arduamente todos os dias”, declarou.
Villa afirma ter pago quase R$ 1,5 milhão em pensão Na manifestação, Villa contestou a repercussão do caso e acusou parte da imprensa de divulgar informações distorcidas sobre sua situação judicial.
“Diante das midiáticas e distorcidas notícias veiculadas a meu respeito, sinto-me na obrigação de esclarecer os fatos ligados a essa triste e lamentável história”, escreveu.
O historiador afirmou que enfrenta há anos uma disputa judicial para tentar rever os valores da pensão.
Segundo seu relato, já destinou quase R$ 1,5 milhão à ex-esposa e ao filho, além de ter vendido imóveis e utilizado suas economias para cumprir as obrigações.
“Já paguei quase R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) à ex-esposa da qual há muito me separei e ao meu querido filho (que embora conte 45 anos, em razão de suas fragilidades, vem sendo pela mãe contra mim orquestrado)”, afirmou.
Villa também relatou que precisou recorrer a empréstimos bancários e se desfazer de dois imóveis, incluindo a antiga residência da família e uma propriedade no litoral.
De acordo com o comentarista, o pagamento da pensão comprometeu todo o patrimônio acumulado ao longo de sua vida profissional.
“Após ter liquidado literalmente meu patrimônio acima mencionado e me compelido a contrair dívidas onerosas, pretende-se, agora, liquidar aquilo que me é mais caro: minha saúde, minha honra e minha liberdade de ir e vir”, declarou.
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