Da China a Cuiabá: como maior roda-gigante da América Latina percorreu 17 mil km para ser instalada em MT
Como a maior roda gigante da América Latina chegou em MT Cinco navios, 80 caminhões e seis meses de planejamento: essa foi a força-tarefa montada para transportar da China até Mato Grosso a maior roda-gigante da América Latina.
Com 108 metros de altura, a estrutura percorreu mais de 17 mil quilômetros até chegar ao Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, com uma operação que envolveu cargas de até 70 toneladas e equipes dos dois países.
O g1 procurou a MTPar, responsável pelo projeto, para obter informações sobre o cronograma de entrega e o valor do investimento, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. 🔍Quando inaugurada, a atração terá 42 cabines para seis a oito pessoas cada, com capacidade para até 336 visitantes por vez.
Cada passeio deve durar entre 30 e 35 minutos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A proposta de instalação da roda-gigante foi apresentada em dezembro de 2024, mas peças chegaram a Cuiabá no início deste ano.
Ao g1, Maria Luísa Gutowski Silva, que integrou a equipe responsável pela logística da operação, contou que o maior desafio foi coordenar o embarque das centenas de componentes para que a montagem em Cuiabá seguisse o plano.
"Foi um processo construído praticamente em tempo real.
Tínhamos reuniões diárias e semanais para decidir o que seria embarcado primeiro.
Não era só transportar as peças, era entender onde cada uma estava e como elas deveriam chegar ao Brasil para que a montagem não parasse" , explicou Maior roda-gigante da América Latina As peças eram tão grandes que não havia espaço para armazená-las na empresa.
Por isso, cada estrutura era transportada logo após ser produzida, liberando a área para a fabricação da peça seguinte.
"O exportador era chinês e eles produzem muitas rodas-gigantes, só que eles nunca tinham feito uma tão grande.
Estavam receosos, queriam saber como iam organizar o pátio, porque a estrutura não cabia nem no pátio da fábrica.
Foram seis meses de embarque até chegar tudo aqui, porque a gente precisava tirar as cargas de lá para conseguir produzir as outras partes que iam vir", explicou Maria Luísa.
Inspeção no escuro e o "quebra-cabeça" das peças Além do tamanho das cargas, a operação enfrentou outro obstáculo: o verão chinês.
As altas temperaturas obrigaram parte das inspeções e do acompanhamento técnico a serem realizados durante a noite.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.